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Procura por ivermectina aumenta em farmácias de Natal

10/06/2020

Publicação: 2020-06-09

A busca pela ivermectina tem provocado transtornos e crescimento desenfreado na demanda em farmácias de manipulação e drogarias de Natal. Atualmente, é quase impossível que alguém encontre o medicamento nas farmácias convencionais e os estabelecimentos que manipulam os medicamentos estão levando, em média, sete dias para disponibilizá-lo. Os estoques da matéria prima para o medicamento, inclusive, estão zerados em alguns estabelecimentos.

Créditos: Adriano AbreuNuma das maiores redes de farmácias de manipulação do Estado, fila de clientes se estendia pela calçada para comprar ivermectina

Desde que o uso da ivermectina no combate à Covid-19 começou a ser difundido no país, após estudos preliminares (e ainda inconclusivos) serem divulgados, a busca pelo medicamento disparou. A própria Secretaria de Saúde de Natal confirmou que começaria a utilizar o medicamento em pacientes que estejam hospitalizados e com sintomas da doença. Porém, várias pessoas estão em busca da ivermectina para fazer estoque, mesmo sem apresentarem sintomas.

Em uma das maiores redes de farmácias de manipulação de Natal, o estoque para produção do medicamento, que durava quatro meses, está acabando em dois dias. No WhatsApp do estabelecimento, somente nesta segunda-feira, 8, havia mais de oito mil mensagens acumuladas. Ser atendido pelo telefone é praticamente uma loteria.

“Por ser um medicamento que os efeitos colaterais, quando aparecem, são leves e o custo é baixo, a procura tem sido gigantesca. Antes, nós trabalhávamos com ele, mas a saída era bem menor. Era encomendado para crianças com problemas de piolhos, principalmente. Agora, precisamos até contratar mais pessoal e fazer hora extra para atender à demanda, disse a farmacêutica e proprietária de uma rede de farmácias de manipulação de Natal, que preferiu não se identificar.

Atualmente, o custo médio da ivermectina manipulada é de R$ 14, nas doses que atendem às pessoas entre 61kg e 90kg. Os custos para a produção do remédio e o aumento na demanda, com consequente crescimento nos gastos com pessoal, tem gerado aumento no valor cobrado em alguns estabelecimentos. A própria matéria prima, que é importada e cotada em dólar, também teve aumento nos custos. Assim, é possível ver estabelecimentos comercializando o medicamento por preços acimas do normal.

“Já tivemos informações de várias farmácias que zeraram os estoques e, em certo momento, estávamos somente nós conseguindo produzir. Mas a demanda está muito alta mesmo, finalizou a farmacêutica.

SMS Natal compra 50 respiradores mecânicos

A Prefeitura do Natal, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS Natal) comprou, com recursos próprios, 50 respiradores, que chegaram na sexta-feira, 5, à noite, e que, no sábado, após o tombamento, já foram distribuídos na Rede de Urgência e Emergência da capital.

“Já tínhamos recebido 40 respiradores do governo federal e, com eles, montamos a UTI do Hospital de Campanha. Agora, com mais esses 50 que compramos, com recursos próprios, diretamente da Philips, vamos providenciar uma melhor estrutura para atender a toda a rede municipal, não só durante a pandemia, mas de forma permanente, ressaltou o prefeito da capital, Álvaro Dias.

Os equipamentos permitem o suporte ventilatório não invasivo, auxiliando no quadro respiratório de pacientes, evitando a evolução para quadros críticos e a consequente necessidade de cuidados em terapia intensiva, desafogando os leitos de UTI.

“Esse tipo de respirador não é para UTI. Eles são para sala de estabilização dos pacientes. Com esse investimento, vamos aumentar nossa capacidade de resposta para a população. No sábado mesmo, entregamos os equipamentos no Hospital Municipal, Hospital de Campanha, Hospital dos Pescadores e nas nossas 4 UPAs”, declarou George Antunes, secretário de Saúde de Natal.

Decreto impõe valor de multas no RN

Entre as medidas anunciadas pelo Governo do Estado para garantir um isolamento social mais rígido, estão estipuladas multas para quem desobedecer as medidas do Decreto Estadual nº 29.742 publicado na sexta-feira, 5. Uma portaria conjunta das Secretarias de Saúde e Segurança do Estado foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) regulamentando tais punições, que podem chegar a R$ 2 mil. O decreto atual está em vigência até o dia 16 de junho.

De acordo com o texto da portaria, sete infrações são passíveis de punições em caráter financeiro. A mais branda infração é para os que entrarem ou permanecerem no interior do supermercado (ou outra atividade essencial permitida) acompanhado de outra pessoa, independente de laços familiares. Nesse caso, o infrator é punido com multa no valor de R$ 50.

Já as infrações mais severas são para os responsáveis pelo acendimento de fogueiras, realização de festejos juninos ou para laboratórios de exames, clínicas ou hospital que deixar de informar resultados dos testes para a covid-19. Nos três casos, a punição é de R$ 2 mil.

Ainda existem punições para acendimento de fogos de artifício (R$ 1 mil) e para a circulação pessoa do grupo de risco que não exerce atividade essencial em vias públicas (R$ 150).

De acordo com a portaria, a aplicação das multas não exime o infrator da responsabilização penal por crime contra a saúde pública, estipulado no artigo 268 do Código Penal e civil.

Confira a lista das infrações e os valores das multas aplicadas:

R$ 50:

- Entrar ou permanecer no interior de supermercado (ou qualquer outro estabelecimento cujo funcionamento está permitido) acompanhado de outra pessoa, independente de laços familiares.

R$ 150

- Circulação de pessoa do grupo de risco em vias públicas.

R$ 1 mil

- Acendimento de fogos de artifício

R$ 2 mil

- Acendimento de fogueiras

- Realização de festejo junino

- Deixar de informar (no caso de laboratórios, hospitais, clínicas, etc) os resultados de testes para Covid-19 às autoridades públicas (punição para cada omissão)

http://tribunadonorte.com.br/noticia/procura-por-ivermectina-aumenta-em-farma-cias-de-natal/481938 0 2020-06-09 Tribuna de Minas Como fica o uso de medicamentos e vacinas durante a pandemia? Médicos da Santa Casa de Juiz de Fora esclarecem as principais dúvidas a respeito do calendário vacinal e remédios de uso controlado, anti-inflamatórios e analgésicos

Por Santa Casa

08/06/2020 às 07h00

O Brasil iniciou seu terceiro mês de pandemia. E com ele chegaram os dias mais frios. O inverno, que começa dentro de alguns dias, é a estação do ano que mais favorece o surgimento de resfriados, gripes, quadros alérgicos e doenças respiratórias. A diferença, porém, é que neste ano há mais uma enfermidade no ar, a Covid-19, que possui sintomas muito parecidos e, portanto, há dúvidas sobre quais medicamentos usar neste casos.

Além disso, mesmo com muitas atividades paralisadas, as campanhas de vacinação e o cumprimento do calendário previsto pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) não pararam. Recentemente foi realizada a campanha anual de imunização contra influenza (H1N1), que neste ano teve um objetivo muito maior: auxiliar os profissionais de saúde a descartarem a doença na triagem de casos para o novo coronavírus.

Para ressaltar sobre a importância da vacinação e também sobre o uso de medicamentos após orientação médica, o Saúde em Dia, o canal de comunicação da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, traz orientações para esclarecer a população a respeito destes temas, reforçando seu compromisso com a transparência e a informação de qualidade.

O médico membro do Conselho de Administração da Santa Casa de Juiz de Fora, Dr. Renato Loures, ressalta que, apesar de estarmos vivenciando um momento único na história recente da saúde pública, a pandemia provocada pelo coronavírus não deve desestimular os demais cuidados que devemos ter com a nossa saúde e a dos nossos familiares. “Um desses cuidados é o calendário vacinal das crianças, um assunto que particularmente me toca pela minha formação de médico pediatra. Os pais devem procurar manter as vacinas em dia, tomando, claro, todos os cuidados e precauções no momento da ida aos postos ou clínicas especializadas”, destaca.

Reforçando essas recomendações, a médica infectologista Simone Pifano, responsável pelo serviço de controle de infecção hospitalar da Santa Casa e membro do Comitê Gestor para o Covid-19 formado pela instituição, lembra que a vacina mais importante desta época do ano é a da influenza, que, apesar de não ter ação sobre o coronavírus, previne de outra doença respiratória importante: a gripe. “Além de ser confundida com a infecção causada pelo corona, a H1N1 pode evoluir com gravidade e até mesmo levar à morte.”

Conforme nota técnica assinada conjuntamente pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), o Programa Nacional de Imunizações é uma ação de muito sucesso e adquiriu, ao longo dos anos, credibilidade e confiança por parte da população. Neste documento, as entidades ressaltam sobre o cenário epidemiológico de outras doenças no país – como sarampo, febre amarela, coqueluche e rubéola -, que, para ser controlado, depende da elevada cobertura vacinal.

Desta forma, as entidades recomendam que a oferta de vacinas deve ser mantida e a população deve fazer a sua parte. A SBP e a SBIm informam que não há evidências sobre a interação da Covid-19 com estas vacinas, mas reitera que qualquer pessoa com sintomas respiratórios ou febre deverá ser orientada a não comparecer aos centros de vacinação. “Casos suspeitos ou confirmados de Covid-19 poderão ser vacinados após a resolução dos sintomas e passado o período de 14 dias do isolamento”, informam por meio do documento.

Medicamentos: quais usar e quais suspender?

Logo no começo da pandemia, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) orientou a população a utilizar, em caso de dor ou febre (que também são sintomas da Covid-19), antitérmicos e analgésicos à base de paracetamol ou dipirona, desde que prescritos e orientados pelo médico.
Segundo a médica infectologista da Santa Casa, Simone Pifano, ambos podem ser usados sem problemas em relação ao vírus, porém existem pessoas que, previamente, já apresentaram alguma reação de hipersensibilidade ou intolerância a um desses medicamentos.

“Portanto, em algumas situações podem ser necessárias outras alternativas.”

Sobre o uso de aspirina, relaxantes musculares e anti-inflamatórios, geralmente contraindicados para conter os primeiros sintomas de dengue, zika e chikungunya, por exemplo, a especialista explica que, inicialmente, os médicos temiam o surgimento de problemas maiores na utilização desses remédios em caso de coronavírus. Contudo, até o momento, não se comprovou dano. “Porém, são medicamentos que devem ser usados com indicação médica e não por meio da automedicação”, ressalta.

Outra dúvida muito comum vem de pessoas que fazem uso de medicamentos controlados, como pacientes cardíacos e diabéticos. Nestes casos, Simone explica que remédios de uso contínuo e habitual não devem ser descontinuados, exclusivamente, pelo fato de ter a infecção viral. “Entretanto, pode haver a necessidade de ajuste, bem como aumento, redução ou até mesmo a suspensão destas medicações. Claro que isto dependerá do quadro clínico evolutivo do paciente e possíveis intercorrências associadas às doenças de base, ou disfunção orgânica provocadas pela Covid-19”, finaliza.

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https://tribunademinas.com.br/especiais/publieditoria/08-06-2020/como-fica-o-uso-de-medicamentos-e-vacinas-durante-a-pandemia.html 0 2020-06-08 Tribunal Regional Federal da 4a Região Estado do RS e União devem fornecer remédio para homem com câncer no rim e metástase pulmonar em estágio avançado 08/06/2020

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve na última sexta-feira (5/6) decisão liminar que estabeleceu prazo de cinco dias para que o Estado do Rio Grande do Sul e a União forneçam o medicamento Sunitinibe (Sutent) a um morador de Campos Borges (RS) diagnosticado com câncer renal e metástase pulmonar em estágio avançado. Conforme o desembargador federal João Batista Pinto Silveira, integrante da 6ª Turma da Corte, ficou evidenciada a imprescindibilidade e a urgência do tratamento, além da obrigação de o remédio ser oferecido gratuitamente via Sistema Único de Saúde (SUS).

O homem de 47 anos ajuizou no dia 25 de maio a ação contra o município de Campos Borges, o Estado do RS e a União pleiteando a concessão do remédio pelo tempo que fosse necessário à sua saúde.

Segundo os autos do processo, ele recebeu o diagnóstico médico da necessidade de uso do Sunitinibe após o tratamento convencional não ter surtido efeito.

Entretanto, o paciente teve o pedido administrativo de concessão do fármaco indeferido sob a alegação de que o Sunitinibe não faz parte da lista de medicamentos disponibilizados pelo SUS.

Em análise liminar no dia 3 de junho, a 1ª Vara Federal de Carazinho (RS) concedeu a tutela de urgência por entender que o Sunitinibe já é padronizado pelo SUS e deveria estar sendo distribuído gratuitamente à população. A decisão de primeira instância frisou que o Ministério da Saúde, por meio da Portaria nº 91, de 27 de dezembro de 2018, incorporou o medicamento ao SUS exatamente para o tratamento de casos como o do autor.

A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu da decisão ao TRF4 com um agravo de instrumento. No recurso, apontou o alto custo do medicamento e alegou que em casos de prescrição médica seria crucial a realização de perícia para reconhecer a efetiva necessidade e utilidade do tratamento requerido pelo autor.

Para o desembargador João Batista, não há justificativa idônea por parte do Poder Público que ampare o não fornecimento do fármaco ao paciente. O magistrado ressaltou que o prazo previsto na portaria ministerial para a efetivação da oferta do Sunitinibe no SUS já transcorreu há cerca de um ano.

“Embora não se possa desconsiderar a grave crise no sistema de saúde, decorrente em grande medida de fatos alheios à posição estatal, mas também em alguma medida a ele imputáveis, verifica-se no caso concreto situação de urgência, notadamente em razão da natureza oncológica da enfermidade”, explicou o relator do caso no Tribunal.

Quanto ao modo de cumprimento da determinação, ficou estabelecido que cabe ao Estado do RS a obrigação de adquirir e fornecer o medicamento ao paciente na quantidade necessária, competindo à União o posterior reembolso dos custos.

http://www2.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&id_noticia=15237 0 2020-06-08 Consultor Jurídico Dorflex tem distintividade de marca e gera exclusividade de uso, diz STJ 8 de junho de 2020, 20h31
Por Danilo Vital

Embora os termos “Dor” e “Flex” tenham baixa distintividade de forma isolada, sua conjunção em “Dorflex” tem força suficiente para gerar exclusividade de uso no mercado, o que impõe o afastamento do registro de marcas posteriores que possam gerar confusão no consumidor ou permitir associação entre os produtos.

Com esse entendimento e por maioria de votos, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça negou provimento a recurso especial para manter a nulidade de registro dos medicamentos de nome Doralflex, Neodoralflex e Neodorflex junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industria (Inpi), por violação do direito de exclusividade conferido aos proprietários da marca.

O caso foi resolvido pelo voto-vista de desempate do ministro Paulo de Tarso Sanseverino, que seguiu entendimento da relatora, ministra Nancy Andrighi. Também votou com eles o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. Os três entenderam que as marcas têm semelhanças flagrantes e passíveis de, inclusive por se referirem ao mesmo tipo de medicamento, causar confusão ao consumidor.

A decisão fez uma diferenciação em relação à jurisprudência da 2ª Seção, segundo a qual em casos de marcas com baixo grau de distintividade, seu titular pode ter de suportar o ônus da coexistência, uma vez que optou por desfrutar da vantagem advinda da incorporação à marca de elemento relacionado ao próprio produto ou serviço.

Dor + Flex
Esse entendimento foi ressaltado pelo ministro Marco Aurélio Bellizze, que abriu divergência no caso e foi seguido pelo ministro Moura Ribeiro. Ele citou precedentes em que a turma admitiu certa margem de tolerância no uso de termos como “Sor”, como no caso do remédio Sorine, “Ebony” como referente ao termo Ébano e “Bril” na alusão ao brilho proporcionado por produtos de limpeza.

Assim, o voto vencido afirma que “há um vínculo conotativo inequívoco apreendido de pronto pelo público alvo do termo Dor, bem como do termo Flex, como relacionados de forma óbvia a que se destina o medicamento que designa”. Foi esse contexto que permitiu ao Inpi fazer o registro das marcas Doralflex, Neodoralflex e Neodorflex.

Para a ministra Nancy Andrighi, não se pode analisar o registro em questão somente após decompor os elementos que o integram. “Deve-se atentar, principalmente, ao novo termo resultante do processo de formação da marca, cuja força é capaz de lhe imprimir suficiente distintividade”, apontou.

Registro de 40 anos
Assim, a maioria da 3ª Turma concluiu que, dada a distintitividade alcançada pela expressão Dorflex, os posteriores registros de Doralflex, Neodoralflex e Neodorflex não apresentam diferenças substanciais em seus aspectos gráfico e fonético.

Além disso, o registro da marca Dorflex foi realizado 40 anos antes da Doralflex, sendo que a primeira tentou evitá-lo desde as fases administrativas dos procedimentos de concessão dos registros marcários pelo Inpi. Por isso, o tempo de convivência entre as marcas em conflito não pode ser considerado como elemento que deponha a favor da mais recente.

“A partir da interpretação conferida à legislação de regência pela jurisprudência consolidada desta Corte, impõe-se concluir que as circunstâncias fáticas da hipótese — grau de semelhança entre as expressões confrontadas, possibilidade de confusão ou associação errônea pelos consumidores, tempo de existência da marca violada, utilização das expressões para designação de produtos afins — impõem o decreto de nulidade dos registros da recorrente”, concluiu a relatora.

Danilo Vital é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.

Revista Consultor Jurídico, 8 de junho de 2020, 20h31
https://www.conjur.com.br/2020-jun-08/dorflex-distintividade-marca-gera-exclusividade-stj 0 2020-06-08 Anvisa Serviços de saúde podem fazer avaliação até 31 de julho A Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente – 2020 pode ser preenchida pelos serviços de saúde com leitos de UTI até o dia 31 de julho.

Por: Ascom/Anvisa
Publicado: 08/06/2020 15:06
Última Modificação: 08/06/2020 15:09

Como acontece todos os anos, o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), coordenado pela Anvisa, convida os serviços de saúde com leito de unidade de terapia intensiva (UTI) de todo o país para participarem da Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente de 2020. O formulário deve ser preenchido até o dia 31 de julho.

É importante destacar que cada estado possui um link específico para o Formulário de Avaliação, conforme indicado no documento Orientações para Preenchimento da Avaliação das Práticas de Segurança do Paciente – 2020.

Além disso, o documento esclarece as mudanças realizadas na versão deste ano, como, por exemplo, os 21 indicadores de estrutura e processo, baseados na RDC 36/2013, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde.

Realizada desde 2016, a avaliação representa uma importante estratégia para a promoção da cultura da segurança, uma vez que enfatiza a gestão de riscos, o aprimoramento da qualidade e a aplicação das boas práticas em serviços de saúde. Além disso, a iniciativa está apoiada no Plano Integrado para a Gestão Sanitária da Segurança do Paciente em Serviços de Saúde.

http://portal.anvisa.gov.br/noticias/-/asset_publisher/FXrpx9qY7FbU/content/servicos-de-saude-podem-fazer-avaliacao-ate-31-de-julho/219201?inheritRedirect=false&redirect=http%3A%2F%2Fportal.anvisa.gov.br%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D1 0 2020-06-09 Paraíba MPPB investiga mais de 30 mil medicamentos encontrados vencidos no Conde 08/06/2020 | 17h34min

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou, nesta segunda-feira (8/06), inquérito civil público para apurar possível ato de improbidade administrativa praticada no Município do Conde, no Litoral Sul da Paraíba, devido à grande quantidade de medicamentos com prazo de validade expirado que foram encontrados na Farmácia Básica e em uma sala locada pela Prefeitura. Ao todo, foram encontrados mais de 30 mil fármacos vencidos e impróprios ao consumo. A Promotoria vai averiguar eventual dano ao erário decorrente de gastos efetuados com a compra de medicamentos que não foram utilizados pela população e acabaram tendo o prazo de validade vencido.

Conforme explicou a promotora de Justiça do Conde, Cassiana Mendes, na última quarta-feira (3/06), foi enviada via aplicativo de mensagens (WhatsApp) uma denúncia de que a Prefeitura estaria disponibilizando medicamentos vencidos à população.

Por conta disso, a Polícia Civil de Alhandra foi acionada e instaurado inquérito policial. Diligências realizadas na Farmácia Básica do município resultaram na apreensão de aproximadamente 2 mil medicamentos vencidos, entre eles 1.314 comprimidos de azitromicina di-hidratada de 500 mg (que se venceram no último mês de maio) e 352 ampolas de glicose 50% (com prazo de validade expirado no último dia 31 de maio).

No mesmo dia, o MPPB também recebeu informações de que numa sala locada pela Prefeitura do Conde, também haveria excessiva quantidade de medicamentos com validade expirada. “O fato ensejou o pedido de busca e apreensão, que, após deferido pelo Juízo, foi cumprido pela Polícia Civil, com o apoio da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), tendo sido encontrados, no local, 29.770 unidades de medicamentos vencidos”, informou a promotora de Justiça.

Dentre os medicamentos impróprios para o consumo encontrados nessa sala estavam 9.700 frascos de dipirona 500 mg/5 ml em gotas; 5.900 frascos de ibuprofeno 50 mg/30 ml e 800 ampolas de glicose 50% injetável. Esses e os demais fármacos vencidos foram interditados cautelarmente pela Vigilância Sanitária para que não sejam distribuídos à população.

De acordo com o relatório da Anvisa, também foi constatado que no local, medicamentos estavam sendo armazenados de forma inadequada (colocados diretamente no chão e sem respeitar a distância mínima da parede, para garantir a ventilação necessária, o que pode comprometer o padrão de identidade e qualidade dos produtos).

Conforme explicou a promotora de Justiça Cassiana Mendes, o artigo 22 do Código de Defesa do Consumidor diz que os órgãos públicos são obrigados a fornecer serviços adequados, eficientes, seguros e, quanto aos essenciais, contínuos, sendo impróprios ao uso e consumo os produtos cujos prazos de validade estejam vencidos.

Ela também destacou o dever constitucional do Estado em prover as condições indispensáveis para que a população exerça o direito à saúde (o que inclui a assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica).
Improbidade

De acordo com a Promotoria, o objetivo do inquérito civil público é verificar os danos que essa situação possa ter causado os cofres municipais.

Conforme prevê o artigo 10 da Lei 8.429/1992, constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação de bens, podendo essas práticas resultar em sanções como suspensão de direitos políticos, perda da função pública e indisponibilidade dos bens e ressarcimento ao erário.

A promotoria de Justiça já solicitou informações à Secretaria Municipal de Saúde do Conde, ao Conselho Regional de Farmácia, à Delegacia e à Anvisa sobre o assunto e está aguardando a resposta dos órgãos.

Assessoria
https://paraiba.com.br/2020/06/08/ministerio-publico-investiga-mais-de-30-mil-medicamentos-encontrados-vencidos-no-conde 0 2020-06-08 Folha Vitória Remédio para azia é testado em pessoas com covid-19 Após pesquisa realizada nos Estados Unidos, dez pacientes com a doença foram tratados com famotidina
Redação Folha Vitória

08 de Junho de 2020 às 11:53 Atualizado 08/06/2020 11:53:22

Todos os dias, pesquisadores e cientistas do mundo buscam encontrar alternativas para tratar pessoas contaminadas pelo novo coronavírus. Recentemente, o medicamento famotidina, mostrou ser eficaz na melhoria dos sintomas da covid-19. Este medicamento é usado há décadas contra úlceras, gastrites e doenças do refluxo, além de sintomas como a azia.

A informação foi publicada na revista Gut, periódico da British Society of Gastroenterology e publicação do grupo BMJ.

Pesquisa

Nos Estados Unidos dez pacientes com covid-19 foram tratados com este medicamento. A pesquisa, ainda pequena, não indica que a droga seja eficaz contra a doença causada pelo novo coronavírus.

Outros testes

Médicos japoneses afirmaram que um remédio contra asma parece ser eficaz na redução de sintomas em pacientes de coronavírus que desenvolveram pneumonia. Uma equipe médica do Hospital Ashigarakami, na província de Kanagawa, tratou pacientes que ficaram doentes a bordo do navio de cruzeiro Diamond Princess. Ela anunciou os resultados de seus estudos no site na internet da Associação Japonesa para Doenças Infecciosas.

Além disso, medicamentos como hidroxicloroquina e nitazoxanida também foram testados em pacientes. Ideias divergentes sobre a eficácia dos fármacos é debate na saúde pública no momento. 

https://folhavitoria.com.br/saude/noticia/06/2020/remedio-para-azia-e-testado-em-pessoas-com-covid-19 0 2020-06-09 Pfarma Realidade virtual te leva para o parque farmacêutico da Teuto Detalhes Fábio Reis 08 Junho 2020

Visite Bem é um programa de visita à indústria que já recebeu mais de 27 mil profissionais de saúde, desde sua criação, em 2001. Atendendo às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde e autoridades competentes, prezando pela saúde dos colaboradores, prestadores de serviços e visitantes, as visitas presenciais estão temporariamente suspensas, mas clientes, parceiros e consumidores podem agora também conhecer o mais completo parque farmacêutico da América Latina por meio de realidade virtual (RV), com apenas um clique. Basta acessar gratuitamente o link (https://www.teuto.com.br/marketing/visite-bem).

Para Gessyka Assis, farmacêutica responsável pelo programa de visitas, o novo projeto de realidade virtual é uma oportunidade única para toda comunidade conhecer o Laboratório Teuto. Neste período de isolamento social, muitos estão sem a condição de sair de casa. Então, essa nova tecnologia oferece toda a experiência de uma visita por meio dos óculos de realidade virtual, para conhecer o mais completo parque farmacêutico da América Latina e nossa cultura de qualidade, integridade e alta performance, revela a colaboradora.

Visite Bem Presencial

O Visite Bem, que é sucesso em todo Brasil, tem como objetivo proporcionar a profissionais e estudantes da área de saúde a chance de conhecerem o Laboratório Teuto e aprender na prática os processos de produção. No decorrer do programa, são realizadas visitas presenciais aos prédios dos sólidos, semissólidos e expedição.

Gessyka afirma que através do Visite Bem, o Teuto consegue mostrar a produção de alta qualidade da companhia. Por meio do programa, podemos apresentar aos médicos, farmacêuticos, universitários, farmacistas, consumidores e escolas nosso alto padrão de qualidade e produtividade. Eles vivenciam também a nossa excelência em ser uma solução completa em saúde, assim se sentem cada vez mais confiantes em comercializar os nossos produtos, declara.

Os convidados conhecem também os projetos de sustentabilidade da empresa, a Reserva Follium, uma área de 700 mil metros quadrados, em que preserva as matas ciliares e nascentes da região por meio do plantio de mudas nativas. E o Centro de Educação Infantil Walterci de Melo, que atende mais de 180 crianças, filhos de funcionários.

https://pfarma.com.br/noticia-setor-farmaceutico/mercado/5710-realidade-vitual-teuto.html 0 2020-06-08 Negócios em Foco Farmacêutica doa equipamentos de proteção para profissionais de saúde de diversas instituições e dá suporte aos médicos São Pal 08/06/2020 10h40

TheraSkin distribuiu álcool gel, máscaras descartáveis e viseiras para hospitais e unidades de saúde

Durante o combate à pandemia do coronavírus, a solidariedade tem sido destaque no dia a dia dos brasileiros. Diversas ações são realizadas diariamente por artistas, pelo cidadão comum e pela iniciativa privada. O objetivo de todos é um só: ajudar quem é diretamente impactado, sejam os profissionais de saúde que estão na linha de frente, ou aqueles que não podem sair para trabalhar. Fazendo parte desse movimento de apoio, a TheraSkin, indústria farmacêutica brasileira, selecionou uma série de instituições de saúde para ajudar nesse período.

Ao todo, a empresa já distribuiu mais de 5 toneladas de álcool gel, 44.600 máscaras descartáveis e 1.520 viseiras. Atuamos no setor de saúde, por isso, temos em nosso quadro de colaboradores muitos profissionais da área. Entendemos que é nosso papel, como empresa, apoiar aqueles que estão diariamente na batalha contra o novo coronavírus. Este momento pede que todos tenham empatia e, na TheraSkin, o sentimento foi tão forte que nossos funcionários criaram, voluntariamente, uma vaquinha para arrecadar verba, posteriormente transformada em doações. Parte desses insumos foi adquirido com esse dinheiro e, além disso, o álcool gel foi produzido em nossas fábricas, ressalta Simone Tiossi, Diretora de Operações e Inovação da Theraskin.

Entre as entidades beneficiadas estão o Hospital São Sebastião Mártir (RS), Lar de Idosos São Vicente de Paula de Prudentópolis (PR), Centro de Saúde de Analândia (SP), Complexo Hospitalar Municipal de São Bernardo do Campo (SP), Secretaria Municipal de Saúde e Vigilância Sanitária de São Bernardo do Campo (SP), Unidades de Pronto Atendimento de Rio Claro (SP), Hospital São Luiz Gonzaga (SP), Hospital Estadual Vila Alpina (SP) e Hospital das Clínicas (SP) e AmazôniaTec - Instituto de Estudos Sustentáveis e Tecnológicos da Amazônia (PA), que entregará o material para comunidades carentes.

Além das doações para os profissionais que estão na linha de frente, a companhia também desenvolveu uma iniciativa para se aproximar e dar suporte aos médicos, chamada TheraSkinConecta. O objetivo do projeto é levar ainda mais conhecimento ao setor de saúde em tempos de pandemia. Até o momento, já foram realizados quatro painéis online e a ideia é expandir ainda mais esse programa, falando sobre tecnologia na medicina e conteúdos técnicos do setor.

Mais informações:
theraskin.com.br

https://negociosemfoco.com/amp/?releaseid=215897 0 2020-06-09 Agência Fapesp Desenvolvimento de Medicamentos e Vacinas para a COVID-19 e os Desafios em Saúde no Brasil Início
10/06/2020
Fim
10/06/2020

Agência FAPESP – A nova edição do ciclo de seminários on-line Vetores Saudáveis, organizada pela Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) e a Universidade de São Paulo (USP), terá como tema “Desenvolvimento de Medicamentos e Vacinas para a COVID-19 e os Desafios em Saúde no Brasil” e acontecerá amanhã (10/06).

No webinário, serão discutidos temas fundamentais para a sociedade em meio à pandemia, principalmente o desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas; os sintomas, transmissão e prevenção; e os impactos da desigualdade social e mortalidade.

A abertura do evento será feita por Sylvio Canuto, pró-reitor de pesquisa da USP; Vanderlan Bolzani, presidente da Aciesp; e Guilherme Ary Plonski, diretor do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP.

Os expositores do evento serão Adriano Andricopulo, diretor executivo da Aciesp, Dimas Tadeu Covas, diretor do Instituto Butantan, e o médico Drauzio Varella.

O evento será transmitido das 16 às 18 horas, no site do Instituto de Estudos Avançados da USP. Não há necessidade de inscrição prévia.

O ciclo de seminários tem o objetivo de incentivar a organização da pesquisa em torno de temas estratégicos, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes unidades.

Mais informações: www.iea.usp.br/eventos/SW-desafios-em-saude-no-brasil.

http://agencia.fapesp.br/desenvolvimento-de-medicamentos-e-vacinas-para-a-covid-19-e-os-desafios-em-saude-no-brasil/33351/ 0 2020-06-08 Agência Camara Projeto suspende reajuste de medicamentos por 60 dias e de planos de saúde por 120 dias 08/06/2020 - 12:14

O Projeto de Lei 1542/20 suspende por mais 60 dias o reajuste de medicamentos e por 120 dias o aumento em mensalidade de planos privados de saúde. O motivo é a pandemia de coronavírus. Já aprovado no Senado, o texto tramita na Câmara dos Deputados.

A proposta altera a lei que trata das medidas para enfrentar o novo coronavírus (Lei 13.979/20). O projeto é de autoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM) e, se for aprovado sem mudanças pelos deputados, poderá ir direto para sanção presidencial.

No final de março, o governo editou uma medida provisória que suspendeu, por 60 dias, o aumento dos preços dos medicamentos, que é autorizado todos os anos a partir de abril. O prazo dado pela MP 933/20 esgotou-se no dia 1º de junho. O projeto renova a suspensão a partir desta data.

Em relação aos planos de saúde, a suspensão de reajustes por 120 dias será aplicada a todas as modalidades e formas de contratação, inclusive por mudança de faixa etária. Após o término do prazo, a Agência Nacional de Saúde (ANS) determinará as medidas para a preservação do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos firmados entre as operadoras e os usuários.

O senador Eduardo Braga afirma que é importante evitar aumento de preços em um momento que os efeitos econômicos provocados pela pandemia têm causado demissões e perda de renda das pessoas.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Rachel Librelon

https://www.camara.leg.br/noticias/667475-projeto-suspende-reajuste-de-medicamentos-por-60-dias-e-de-planos-de-saude-por-120-dias 0 2020-06-08 O Sollo Biomédica baiana participa de estudo de vacina contra covid-19 em Oxford Por
Jornal OSollo -

8 de junho de 2020 - 09:00

Um dos estudos que busca uma vacina contra a covid-19 conta com a contribuição de uma biomédica baiana. Trata-se da pesquisa feita pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, que já aplicou testes em 10 mil voluntários no Reino Unido.

“Eu, como brasileira, também tenho muito orgulho de estar aqui, fazendo parte dessa equipe, para poder representar a minha pátria”, diz Alessandra Silva Coley, nascida em Jacobina.

A vacina estudada pela biomédica chega, neste mês de junho, à sua terceira fase: vai realizar testes em dois mil brasileiros no Rio de Janeiro e em São Paulo. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a começar a testar a eficácia da imunização contra o Sars-CoV-2.

“O objetivo, nesta fase, é só testar se, de fato, essa vacina é segura e que não vai causar nenhum efeito que, na verdade, seja pior do que o vírus. Então, a partir daí, é possível determinar qual é a melhor dose a ser dada e, agora na fase três, é a fase em que essa vacina é testada numa escala muito maior, num grupo de milhares de pessoas”, conta Alessandra.

A médica infectologista Clarissa Cerqueira explica que, mesmo que a vacina de Oxford seja eficaz na prevenção da doença, será preciso seguir alguns protocolos antes de realizar eventos que promovam grande circulação ou aglomeração de pessoas, como o carnaval, por exemplo.

“Para uma vacina, a nível populacional, ter efeito, a gente requer que 80% da população seja vacinada. Tem que ter agentes de saúde para fazer atendimento em domicílio; as pessoas têm que ir também em outros serviços de saúde para fazer a aplicação. Isso depende se a vacina vai ser disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde, se também vai ser disponibilizada pelo sistema privado”, alerta a infectologista.

Aprovado pela Anvisa

Para ser conduzido no Brasil, o procedimento foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com o apoio do Ministério da Saúde. Os voluntários serão pessoas na linha de frente do combate ao coronavírus, com uma chance maior de exposição ao Sars-CoV-2. Eles também não podem ter sido infectados em outra ocasião. Os resultados serão importantes para conhecer a segurança da vacina.

A busca pela vacina

Para chegar a uma vacina efetiva, os pesquisadores precisam percorrer diversas etapas para testar segurança e resposta imune. Primeiro há uma fase exploratória, com pesquisa e identificação de moléculas promissoras (antígenos). O segundo momento é de fase pré-clínica, em que ocorre a validação da vacina em organismos vivos, usando animais (ratos, por exemplo). Só então é chegada à fase clínica, em humanos, em três fases de testes:

Fase 1: avaliação preliminar com poucos voluntários adultos monitorados de perto;
Fase 2: testes em centenas de participantes que indicam informações sobre doses e horários que serão usados na fase 3. Pacientes são escolhidos de forma randomizada (aleatória) e são bem controlados;
Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da eficácia/segurança e prever eventos adversos; só então há um registro sanitário.

Depois disso, as agências reguladoras precisam aprovar o produto, liberar a produção e distribuição. Das dez vacinas em testes em fase clínica, algumas aparecem em estágio mais avançado, como a desenvolvida por Oxford, em fase 3.

A vacina do Reino Unido é produzida a partir de um vírus (ChAdOx1), que é uma versão enfraquecida de um adenovírus que causa resfriado em chimpanzés. A esse imunizante foi adicionado material genético usado para produzir a proteína Spike do SARS-Cov-2 (que ele usa para invadir as células), induzindo a criação de anticorpos.

A empresa AstraZeneca fechou com EUA e Reino Unido para cuidar da produção em escala mundial. O CEO da farmacêutica disse à rede britânica BBC, no domingo (31), que a população pode ter acesso a 100 milhões de doses da vacina já em setembro.
Relacionado

https://osollo.com.br/biomedica-baiana-participa-de-estudo-de-vacina-contra-covid-19-em-oxford 0 2020-06-08 Agência Fapesp Doutorado em Biociências e Biotecnologia Aplicadas à Farmácia na Unesp 08 de junho de 2020

Agência FAPESP – A Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara recebe, até 12 de junho de 2020, inscrições para o Programa de Pós-Graduação em Biociências e Biotecnologia Aplicadas à Farmácia (PPG/BBAF).

São oferecidas duas vagas para o curso de doutorado. Podem se inscrever portadores de diploma nas áreas biológicas, saúde, bioprocessos, biotecnologia e afins.

As inscrições podem ser feitas pelo site da Unesp, devendo ser anexados no sistema os seguintes documentos, em formato PDF: comprovante do pagamento de taxa de inscrição no valor de R$ 73, cédula de identidade, CPF, certidão de nascimento ou casamento, título de eleitor com último comprovante de votação, documento militar quando do sexo masculino, diploma de curso superior ou certificado de conclusão de curso, histórico escolar do curso superior, diploma de mestrado, histórico escolar do mestrado, uma fotografia, currículo Lattes atualizado e documentado, pré-projeto de pesquisa e carta de aceite do orientador.

Os candidatos serão avaliados por entrevista, que incluirá apresentação do pré-projeto, análise do currículo Lattes e arguição do currículo. O processo seletivo será realizado nos dias 16 e 17 de junho, pela plataforma Google Meet.

O aluno classificado deverá fazer matrícula on-line no dia 19 de junho, pelo site da Unesp, e enviar o termo de ciência/compromisso para o e-mail pg.fcf@unesp.br.

Mais informações em: https://bit.ly/3cFcO8i.

http://agencia.fapesp.br/doutorado-em-biociencias-e-biotecnologia-aplicadas-a-farmacia-na-unesp/33339/ 0 2020-06-08 Sindusfarma Com Denizar Vianna e Zeina Latif, Fórum vai discutir cenário pós-pandemia No próximo dia 6 de julho, o Fórum Expectativas 2021 vai discutir o cenário pós-pandemia em videoconferência que reunirá Denizar Vianna, ex-secretário da SCTI do Ministério da Saúde; a economista Zeina Latif; e o vice-presidente da consultoria IQVIA, Sydney Clark.

As consequências da pandemia de coronavírus (e da Covid-19), os desafios e oportunidades dos cenários econômicos para o Brasil e as expectativas para o mercado farmacêutico em 2021 são alguns dos temas que serão debatidos.

Também serão apresentados no Fórum os resultados de uma pesquisa sobre as expectativas das empresas associadas em relação a 2021.

Confira os palestrantes:
Denizar Vianna, médico e ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde Zeina Latif, consultora econômica e ex-economista chefe da XP Investimentos Sydney Clark, vice-presidente de Tecnologia e Serviços da IQVIA Andreas Strakos, consultor da Gerência de Inteligência e Business Support do Sindusfarma Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma

Clique aqui para ver a programação completa e se inscrever

https://sindusfarma.org.br/noticias/indice/exibir/12963-com-denizar-vianna-e-zeina-latif-forum-vai-discutir-cenario-pos-pandemia 0 2020-06-08 Pfarma A importância de manter a vacinação em dia mesmo durante a pandemia Detalhes Fábio Reis 08 Junho 2020

Mesmo diante desse cenário de pandemia, a população, principalmente as crianças, não devem deixar de se imunizar e manter a vacinação de rotina em dia. Essa é a recomendação das principais instituições mundiais de saúde.1-4 Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a interrupção na vacinação, mesmo que por um breve período, pode aumentar a probabilidade de surtos e o número de indivíduos suscetíveis à graves doenças imunopreveníveis como sarampo, meningite, pneumonia, coqueluche, entre outras.3

No Dia Nacional da Imunização, comemorado no dia 9 de junho20, a Dra. Bárbara Furtado, pediatra e gerente médica de vacinas da GSK, destaca a importância da vacinação, mesmo nesse momento de isolamento social.1-4

Ano passado tivemos o ressurgimento de uma doença considerada controlada no país, o sarampo, acendendo um alerta sobre o risco da baixa cobertura vacinal da população brasileira. Agora, com a pandemia da Covid-19, estamos acompanhando novamente uma queda na vacinação e isso é preocupante. A imunização de rotina é considerada um serviço essencial e deve ser mantida, seguindo os protocolos de segurança, de distanciamento social e de higiene. Se abandonarmos a vacinação nesse período, as consequências podem ser surtos de doenças imunopreveníveis, aumento de morbidade e mortalidade e um crescimento da demanda nos hospitais, alerta.

O Calendário Nacional de Vacinação, do Ministério da Saúde, disponibiliza gratuitamente, para os recém-nascidos até a terceira idade, 19 vacinas que protegem contra mais de 40 doenças.5 Na rede privada estão disponíveis vacinas para a imunização de todas as faixas etárias, complementando o calendário vacinal do PNI.8

Imunização pediátrica

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), o não comparecimento de crianças aos postos e clínicas de vacinação para atualização da caderneta de vacinação, pode impactar nas coberturas vacinais e colocar a saúde de todos em risco.6

Apesar de tudo que estamos vivendo hoje, nossas atividades diárias e o contato social em algum momento voltarão a existir. As crianças vão voltar a frequentar creches e escolas, e voltarão a ter contato com outras pessoas e crianças no dia-a-dia. Elas têm um maior risco de contrair doenças imunopreveníveis e, para que não fiquem desnecessariamente vulneráveis, e não tenhamos um aumento de casos e ressurgimento de doenças graves, precisamos que a imunização das crianças seja mantida. É preciso que os pais se conscientizem e mantenham todas as doses em dia, incluindo as doses de reforço vacinal, conta Dra. Bárbara.

O Ministério da Saúde orienta a vacinação das crianças de acordo com o calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e todas as vacinas recomendadas no PNI estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Essas vacinas oferecem proteção para diversas doenças como poliomielite, coqueluche, hepatite, tuberculose, pneumonia, meningite, febre amarela, sarampo, gripe, entre outras.5,7

Já a SBIm e a SBP possuem calendários de vacinação com recomendações que complementam o PNI, abrangendo também vacinas que atualmente só estão disponíveis na rede privada para a imunização das crianças. As vacinas da rede privada podem fornecer, por exemplo, uma proteção mais ampla contra como a meningite meningocócica - dos 5 principais tipos (A, B, C, W, Y). 8,9

Imunização dos adolescentes

A mesma coisa pode acontecer com os adolescentes se eles deixarem de se vacinar. Um ponto preocupante é que os adolescentes e adultos são os principais portadores da bactéria causadora da meningite meningocócica e podem transmití-la para outras pessoas através da saliva e partículas respiratórias, sem necessariamente desenvolver a doença.10-13

Por isso, a vacinação dessa faixa etária também é fundamental. A meningite é uma doença grave, que pode levar à óbito em poucas horas. A melhor forma de prevenção é através da vacinação, afirma Dra. Bárbara.

Atualmente, a rede pública de saúde e a rede privada disponibilizam aos adolescentes vacinas contra diversas doenças como meningite meningocócica, hepatites A e B, febre amarela, sarampo, caxumba e rubéola (através da vacina tríplice viral), difteria, tétano, coqueluche, além de HPV.14,15

Imunização para gestantes

Além disso, também existem vacinas que são recomendadas para as gestantes. Uma delas é a vacina que previne contra difteria, tétano e coqueluche (dTpa).16-18 Muitas gestantes não têm conhecimento sobre a importância dessa vacina para a saúde da mãe e do bebê. A coqueluche é uma doença infecciosa, altamente contagiosa, que compromete o aparelho respiratório humano. A maioria dos casos graves da doença e óbitos se concentra em crianças menores de um ano de idade, especialmente nos primeiros seis meses de vida. Nos primeiros meses de vida, os bebês ainda não completaram o esquema primário de vacinação e, com isso, são mais suscetíveis a infecções. Com a imunização, a gestante pode ajudar a proteger o recém-nascido através da transferência de anticorpos durante a gravidez, alerta Dra. Bárbara.

O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), e a rede privada disponibilizam quatro vacinas para gestantes: dTpa (difteria, tétano e coqueluche); dT (difteria e tétano); hepatite B; e influenza (contra gripe).16,21 As vacinas recomendadas para gestantes são seguras e não causam problemas à saúde de mães ou bebês.17

Imunização adulta

Além das crianças, dos adolescentes e das gestantes, os adultos e os idosos também precisam se vacinar.5,8,19 A vacinação pode desempenhar um papel crucial na manutenção da saúde dos adultos. Muitas pessoas acham que a imunização só é essencial quando criança, mas a vacinação ao longo da vida traz muitos benefícios que se acumulam para a saúde geral e a expectativa de vida. É importante que todos entendam que a vacinação é uma ferramenta essencial para melhorar o envelhecimento saudável e evitar a propagação de doenças, conta Dra. Bárbara.

Para este público, o Ministério da Saúde disponibiliza, por meio do PNI, seis vacinas: hepatite B; dT (difteria e tétano); febre amarela; influenza (contra gripe) para pacientes com comorbidades, adultos entre 55 e 59 anos e idosos com mais de 60 anos; sarampo, caxumba e rubéola para adultos até 49 anos de idade; e pneumocócica para pessoas a partir de 60 anos com condições clínicas especiais.8,19,22 Já na rede privada, há vacinas disponíveis contra difteria, tétano e coqueluche (dTpa); pneumocócica; influenza (contra gripe) para os adultos que não fazem parte do público alvo do PNI; herpes zoster; hepatite A e B, meningite meningocócica e HPV.8

A pneumonia, por exemplo, é uma infecção dos pulmões que os idosos com mais de 65 anos têm maior probabilidade de contrair. Com algumas vacinas como a da gripe, da coqueluche e a pneumocócica, esse público pode reduzir os riscos de contrair a doença e de ter complicações mais sérias e até hospitalizações, alerta Dra. Bárbara.

ASCOM/GSK

https://pfarma.com.br/coronavirus/5706-imunizacao-pandemia.html 0 2020-06-08 O Documento Covid-19: estudo italiano encontra “chave” que controla efeitos da inflamação 08/06/2020 - 10:55

por
Da Redação

Pesquisadores da Universidade de Florença (Unifi), na Itália , conseguiram encontrar uma espécie de “chave” que controla a resposta do sistema imunológico contra as inflamações causadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

O estudo foi realizado com 30 pacientes internados no hospital Careggi e que receberam um tratamento terapêutico específico para regular a resposta do corpo ao Covid-19 . Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica “Journal of Clinical Investigation”.

“O time todo florentino foi composto por pesquisadores da Unifi e do Careggi e conseguiu observar no sangue dos pacientes afetados pela Covid-19 a diminuição e a alteração no funcionamento de um grupo de células do sistema imunológico , causados pelo incremento do estado inflamatório que se associa à progressão da doença”, explicou a Universidade em nota.

O responsável pelo estudo e professor de doenças gerais da Unifi, Francesco Annunziato, afirmou que “a resposta imunológica tem um papel crucial no combate à infecção viral”. “Todavia, se ela ficar incontrolada, em alguns casos, pode causar o mesmo dano [que o vírus] e levar ao desenvolvimento de uma doença respiratória aguda”, pontua o especialista.

Conforme as informações divulgadas pelos estudiosos, o tratamento usado teve como base um anticorpo monoclonal já utilizado em terapias de pacientes com artrite reumatoide moderada a grave, artrite idiopática juvenil sistêmica, poliartrite idiopática juvenil e síndrome de liberação de citocinas induzidas por linfócitos Cart-T.

“Nós observamos que no sangue periférico dos pacientes houve reduzidos níveis de três subpopulações de linfócitos – os T e B e as células Natural Killer. Além de uma redução numérica, essas células mostraram uma capacidade reduzida de produzir moléculas de ação antiviral, ainda mais inferior nos pacientes que foram internados em unidades de terapia intensiva”, explicou Annunziato ao jornal “Firenze Today”.

Para o líder da pesquisa, o novo estudo conseguiu ajudar o sistema imunológico a dar uma “resposta mais eficaz” ao Sars-CoV-2 .

Fonte: IG SAÚDE

https://odocumento.com.br/covid-19-estudo-italiano-encontra-chave-que-controla-efeitos-da-inflamacao 0 2020-06-08 BOL Covid-19: Filipinas não terão aulas presenciais enquanto não houver vacina Do UOL, em São Paulo

08/06/2020 10h55Atualizada em 08/06/2020 13h02

O governo das Filipinas anunciou hoje que não vai permitir o retorno das crianças às aulas presenciais enquanto não houver uma vacina para covid-19.

No mês passado, o presidente Rodrigo Duterte disse que, mesmo que os estudantes possam ter o ano letivo prejudicado, é preciso que todos fiquem longe das escolas para evitar a disseminação do novo coronavírus.

Vamos cumprir a diretiva do presidente de adiar as aulas presenciais até que uma vacina esteja disponível, disse a secretária de educação Leonor Briones em comunicado divulgado hoje.

De acordo com a secretária, as aulas devem ser retomadas no fim de agosto, e os professores vão tomar todas as medidas de distanciamento social, com ensino via internet.

A questão é que milhões de alunos no país são pobres e não têm acesso a computadores em casa. Uma solução tem sido estudada pelo governo.

https://www.bol.uol.com.br/noticias/2020/06/08/covid-19-filipinas-nao-terao-aulas-presenciais-enquanto-nao-houver-vacina.htm 0 2020-06-08 SEGS.com.br MDS Brasil divulga protocolo de saúde e segurança Segunda, 08 Junho 2020 18:03 Escrito ou enviado por Planin
A MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, divulga um Protocolo de Saúde e Segurança de Orientação de Retorno dos Colaboradores. Além de orientar seus profissionais, a iniciativa da companhia visa difundir a informação como uma ferramenta de combate à covid-19. Por isso, disponibiliza o Protocolo para todos, de forma gratuita. O documento contém importantes medidas de proteção, dicas e conteúdos destinados às novas rotinas de trabalho. Baixe o material neste link: https://materiais.mdsinsure.com.br/umnovonormalparatodos.

O documento é uma sugestão às empresas, que podem e devem adaptar as diretrizes dadas conforme a sua necessidade. “A nossa recomendação é que seja realizado um trabalho em conjunto com os departamentos Jurídico, Recursos Humanos e área médica para a implementação destas orientações. Este é um dos momentos mais difíceis que já enfrentamos. Esta conjuntura demanda muita responsabilidade para com as nossas atitudes e, por isso, nos organizamos para tomar algumas medidas voltadas à preservação da saúde e qualidade de vida de nossos funcionários e famílias, e também à continuidade do atendimento próximo e personalizado a clientes e parceiros”, afirma o CEO da MDS Brasil, Ariel Couto.

O executivo destaca que algumas ações da empresa – já implementadas e testadas antes da pandemia – ajudaram a implementar o home office rapidamente, mantendo o atendimento de qualidade aos clientes. “Agora, aos poucos, o dia de retomar as atividades presenciais se aproxima, e tenho a absoluta convicção que as competências que temos como empresa e a qualidade que temos como equipe nos levarão a sair desta fase ainda mais fortes e unidos”, disse o CEO. Os primeiros países afetados pela pandemia já começaram a flexibilizar suas medidas de isolamento, após longos e severos períodos de quarentena ou lockdown. As medidas são cautelosas e gradativas. O Brasil, no entanto, ainda registra um elevado número de casos.

Nesta conjuntura, as previsões econômicas para 2020 devem ser encaradas com seriedade, já que o mundo enfrentará uma inevitável e acentuada recessão global. Ariel Couto afirma que a preservação da saúde de todos junto à retomada das atividades econômicas impõe um equilíbrio desafiador e inédito para os poderes públicos e empresas que operam parcial ou integralmente. Para ele, novas estratégias também deverão ser analisadas para os empreendimentos que estão com suas operações paralisadas.

“No início da pandemia, a MDS – em Portugal e no Brasil – migrou em tempo recorde para o formato home office e continuou a funcionar a todo vapor, preservando colegas, clientes, parceiros e prospects. Estamos nos preparando para a retomada das atividades presenciais e bastante confiantes. Neste momento tão complexo, continuamos a ser uma voz positiva”, diz o CEO Global da MDS, José Manuel Dias da Fonseca.

Além do Protocolo, a MDS Brasil criou um hotsite exclusivo sobre o assunto, no qual o público encontra notícias sobre a pandemia, materiais de apoio e também dicas de alimentação, saúde, higiene e atendimento médico. “Como consultores de seguros e riscos, sempre aconselhamos nossos clientes sobre como gerir seus ativos, sejam eles pessoas ou empresas. Sabemos que alguns riscos podem ser eliminados, outros apenas mitigados. Infelizmente, ainda não temos vacinas ou remédios contra o coronavírus. Resta-nos então conhecimento, adaptação e cuidado”, diz Beatriz Cabral, Head Global de Marketing e Comunicação do Grupo.

Retomada na prática: como as empresas podem seguir em frente

Os especialistas da MDS vêm acompanhando os desdobramentos da crise causada pela Covid-19 desde seus primeiros impactos no mundo e no Brasil e, por isso, já preveem alguns comportamentos e apontam direcionamentos para ganhar agilidade neste momento. Um ponto de atenção indicado pela companhia e que deve ser observado durante esta crise sanitária mundial é a saúde ocupacional. Além de planos específicos voltados à prevenção da Covid-19 no ambiente corporativo, muitos gestores vão enfrentar desafios orçamentários relacionados à oscilação inevitável dos custos dos benefícios de saúde no país. Não por acaso, atenta à situação nacional, em março de 2020, a Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) estendeu, em caráter excepcional, os prazos máximos para realização de consultas, terapias, exames e cirurgias não urgentes.

Diante destas variáveis, as empresas ainda precisam eleger meios e viabilizar recursos para manter os benefícios e coberturas oferecidas aos colaboradores neste momento delicado, além de reforçar as iniciativas de prevenção e promoção à saúde enquanto os funcionários estão dentro do ambiente de trabalho ou em regime de home office.

É necessário reavaliar a forma de monitorar e incentivar o uso consciente dos planos à distância, lapidar o acompanhamento dos gastos com benefícios de saúde e evitar despesas desnecessárias, como, por exemplo, o excesso de utilização do plano por parte de beneficiários e dependentes. Não menos importante, líderes também precisam estar atentos à saúde emocional dos colaboradores: é preciso acompanhar os que foram infectados e lutam contra o coronavírus, e também apoiar aqueles que passaram a fazer parte das estatísticas de aumento de casos de ansiedade ocasionada pelo isolamento.

https://www.segs.com.br/seguros/235069-mds-brasil-divulga-protocolo-de-saude-e-seguranca 0 2020-06-09 Terra Medicamento remdesivir desacelera avanço da Covid-19 em macacos 9 jun 2020
08h30

O remédio antiviral da Gilead Sciences Inc remdesivir preveniu doenças pulmonares em macacos infectados com o novo coronavírus, segundo um estudo publicado na revista médica Nature nesta terça-feira.

O remdesivir foi liberado para uso emergencial em pacientes graves nos Estados Unidos, na Índia e na Coreia do Sul. Algumas nações europeias também estão utilizando o remédio em programas compassivos.

Os testes do medicamento em humanos estão em andamento, e dados iniciais mostraram que o remédio ajudou os pacientes a se recuperarem mais rapidamente da Covid-19, infecção respiratória causada pelo novo coronavírus.

No estudo, 12 macacos foram deliberadamente infectados com o vírus e metade deles recebeu tratamento precoce com remdesivir.

Os macacos que receberam remdesivir não mostraram sinais de doença respiratória e apresentaram reduzidos danos aos pulmões, de acordo com os autores do estudo.

https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/medicamento-remdesivir-desacelera-avanco-da-covid-19-em-macacos,5870e0aaf4915038daf9783c7f6508favr7x8e0s.html 0 2020-06-08 Agência Brasil USP desenvolve vacina por spray nasal contra a covid-19 O modelo de imunização já foi testado em camundongos

Publicado em 08/06/2020 - 20:37 Por Agência Brasil - São Paulo

A Universidade de São Paulo (USP) está desenvolvendo uma vacina por spray nasal contra a covid-19. De acordo com a universidade, o modelo de imunização já foi testado – com  resultados positivos – em camundongos contra a hepatite B. 

Para construir a nova vacina, os pesquisadores da USP colocaram uma proteína do novo coronavírus dentro de uma nanopartícula, criada a partir de um substrato natural. A substância resultante é aplicada em forma de spray nas narinas do paciente. 

Segundo a equipe que desenvolve a vacina, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, a expectativa é que o organismo do paciente produza a IgA Secretoram, um tipo de anticorpo presente na saliva, na lágrima, no colostro, no trato respiratório, no intestino e no útero, que atuaria no combate ao novo coronavírus.

A nanopartícula criada pelos pesquisadores e utilizada na construção da vacina permite que a substância permaneça na mucosa nasal por até quatro horas, tempo suficiente para ser absorvida e iniciar uma reposta do sistema imunológico. De acordo com a USP, para garantir a imunização, serão necessárias a aplicação de quatro doses – duas em cada narina, com intervalo de 15 dias.

Os protótipos devem ficar prontos em cerca de três meses – quando será possível iniciar os testes em animais. Os pesquisadores estimam que o produto seja repassado ao público a um custo de R$ 100 reais.

Também estão participando da pesquisa virologistas e imunologistas do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, especialistas em nanotecnologia do Instituto de Química da USP, pesquisadores da Plataforma Científica Pasteur-USP, e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Edição: Aline Leal

http://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-06/usp-desenvolve-vacina-por-spray-nasal-contra-covid-19 0 2020-06-08 Correio Popular Rede deve adotar homeopatia em tratamento de Covid A Secretaria de Saúde está discutindo a proposta, que já foi aprovada pela comissão de ética, para ser implementada na rede básica de saúde

Publicado 08/06/2020 - 13h06 - Atualizado 08/06/2020 - 13h16

Por Maria Teresa Costa

O prefeito Jonas Donizette (PSB) anunciou hoje, no programa Café com o Prefeito, que a rede básica de saúde deverá adotar a homeopatia, como terapia complementar, no tratamento de pacientes que apresentam poucos sintomas da Covid-19. A Secretaria de Saúde está discutindo essa proposta, que já foi aprovada pela comissão de ética, para ser implementada na rede básica.

Homeopatia quer dizer semelhante à doença. Nessa especialidade, o médico busca curar o doente com substâncias semelhantes as que produziram a doença. Essas substâncias, encontradas na natureza, são diluídas e utilizadas em doses bem pequenas.
Algumas cidades já vêm utilizando esse tratamento para aliviar os sintomas e reduzir as formas graves da doença. É o caso de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, que oferece o medicamento Phosphorus CH30 às equipes das Práticas Integrativas e Complementares (PICs) nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Ele não é utilizado como método de prevenção ou cura da Covid-19. Ele não interfere com medicações de uso diário nem demais tratamentos convencionais, mas cobre uma gama sintomas gripes, como febre, coriza e tosse.
No Reino Unido, foi divulgado que o príncipe Charles se recuperou da Covid-19 utilizando também tratamento homeopático. O argumento é que a Covid-19, quando tratada como terapia homeopática precoce, juntamente com o apoio da terapia convencional, pode trazer resultados positivos para o paciente enfrentar a doença.

Campinas tem um Ambulatório Municipal de Homeopatia desde 1989. Ele é reconhecido por seu trabalho no acolhimento, tratamento e seguimento dos pacientes, encaminhados por médicos de diferentes especialidades médicas, e também daqueles pacientes que procuram espontaneamente as Unidades Básicas de Saúde.
No final de maio, O Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovou uma recomendação o Ministério da Saúde, conselhos estaduais e municipais de Saúde e do Distrito Federal pela inclusão e divulgação de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics) na assistência ao tratamento para combater a Covid-19.
A Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB) criou um comitê para estudo de casos do novo coronavírus no Brasil, confirmados laboratorialmente, e está reunindo um grupo de pesquisadores para projeto de desenvolvimento de protocolo de investigação, validado cientificamente. O objetivo é subsidiar os homeopatas e novos trabalhos no país. A homeopatia é uma das 29 Práticas Integrativas e Complementares em Saúde reconhecidas pelo Ministério da Saúde e presentes no SUS.

https://correio.rac.com.br/_conteudo/2020/06/campinas_e_rmc/948764-rede-deve-adotar-homeopatia-em-tratamento-de-covid.html 0 2020-06-09 Diário do Comércio Laboratórios da UFMG realizam 300 testes/dia Por
Diário do Comércio -

9 de junho de 2020

Em meio ao crescimento do número de pessoas diagnosticadas com o Covid-19, pesquisadores trabalham em uma forma de aumentar a oferta de testes disponíveis. Uma das instituições nessa luta é a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que mapeou a tecnologia que existia na unidade e a colocou à disposição para realizar testes do novo coronavírus.

A universidade faz parte da Rede Viroses Emergentes, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A ideia é desenvolver vacinas, testes diagnósticos e medicamentos contra o novo coronavírus.

Na UFMG, já é possível a realização de cerca de 300 testes de Covid-19 por dia, em suporte à demanda crescente recebida pelo governo do Estado de Minas Gerais. O professor Flávio Guimaraes da Fonseca, Virologista do Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da UFMG, explica que o teste aplicado na universidade é aquele que detecta o material genético do vírus, garantindo que um resultado mais confiável do que o dos testes rápidos.

“O tempo de geração desses testes, desses laboratórios que fazem parte desse consórcio, é de aproximadamente de 48 horas, que é bem superior ao tempo que a Funed está solicitando para liberar esses resultados, que é acima de 5 dias. É um apoio diagnóstico bastante robusto”, pontua.

O CTVacinas também atua no desenvolvimento de um novo método de testagem para aumentar a oferta de testes rápidos. Ele é baseado no chamado “método Elisa”, que detecta a presença de anticorpos contra o novo coronavírus.

O método é mais confiável do que aquele aplicado nos testes rápidos e necessita apenas de aparelhos simples. O custo da realização desse teste chega a ser de um terço do custo do teste que detecta o genoma do vírus.

Para que o exame seja disponibilizado para produção em larga escala, a instituição negocia a cessão dos direitos de produção de produtos envolvidos no processo. (Agência do Rádio)

https://diariodocomercio.com.br/negocios/laboratorios-da-ufmg-realizam-300-testes-dia 0 2020-06-08 Jornal de Brasília Oxford avança em pesquisa sobre injeção de anticorpos contra coronavírus Pascal Soriot, executivo-chefe da AstraZeneca, descreveu o tratamento como uma “combinação de dois anticorpos” ou “anticorpos clonados”

Publicado
em
08/06/2020

Por
Redação Jornal de Brasília

Cientistas da Universidade de Oxford, responsáveis pelos estudos mais promissores na busca por uma vacina para a covid-19, estão avançando também em estudos paralelos para um tratamento com anticorpos para a doença causada pelo coronavírus. Na opinião dos pesquisadores, a terapia deve ser importante para idosos, grupo de risco da covid-19, e pessoas que não respondam bem ao tratamento com uma eventual vacina, ainda em fase de desenvolvimento.

Pascal Soriot, executivo-chefe da AstraZeneca, conglomerado farmacêutico parceiro da universidade britânica, descreveu o tratamento como uma “combinação de dois anticorpos” ou “anticorpos clonados” para tentar reduzir o risco de resistência a um deles. Os cientistas da gigante farmacêutica no Reino Unido e nos Estados Unidos afirmam que os testes estão em “velocidade máxima” e esperam que o tratamento possa entrar em produção no próximo ano.

Tratamentos com anticorpos são diferentes de vacinas. No primeiro caso, a “defesa” do organismo é injetada diretamente no sangue do paciente. Uma injeção de anticorpos, que arma o corpo instantaneamente para neutralizar o vírus, pode ser decisiva nos primeiros estágios da covid-19.

Já a vacina estimula o sistema imune a produzir sua própria defesa. Nos dois casos, seja com vacina ou com a terapia com anticorpos, a intenção é reduzir ou impedir a replicação do vírus no organismo, acelerando a recuperação. Tratamentos semelhantes com anticorpos já se mostraram eficientes contra outras doenças virais, como H1N1. A busca agora é pela comprovação da eficácia contra o Sars-CoV-2, nome científico do novo coronavírus.

Embora um tratamento eficaz com anticorpos possa ser vital, principalmente para idosos, os executivos reafirmam a vacina como prioridade. A razão seriam os custos. Terapias com anticorpos são mais caras do que as vacinas.

Nesta semana, a AstraZeneca anunciou acordos internacionais para a produção de 1,7 bilhão de doses da vacina e continua em busca de novos parceiros. Os acordos já firmados são com o Reino Unido, os Estados Unidos, a CEPI (Coalition for Epidemic Preparedness Innovations), a Aliança de Vacinas (Gavi) e o Instituto Serum, da Índia, um dos maiores fabricantes mundiais de vacinas. O instituto indiano está explorando parcerias “paralelas” com a AstraZeneca e pode aumentar o financiamento para o tratamento com anticorpos.
Vacina promissora

Das mais de cem vacinas contra a covid-19 em desenvolvimento hoje no mundo, a de Oxford é a que está na fase mais avançada das testagens, a 3, que vai aferir a eficácia do imunizante em pelo menos 10 mil pessoas. A meta dos pesquisadores é conseguir antes do fim deste ano um registro provisório da vacina e um sinal verde dos órgãos reguladores para seu uso em caráter emergencial.

A vacina será testada também no Brasil, em pelo menos dois mil voluntários. O imunizante já está na fase três de testes, a última, em que será averiguada a eficácia do produto. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a participar da testagem. Os testes serão coordenados pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Serão mil voluntários em São Paulo e outros mil no Rio de Janeiro, os dois estados que concentram a maioria dos casos brasileiros.

O País foi escolhido para participar do teste porque a epidemia ainda está em ascensão por aqui – diferentemente do que ocorre no Reino Unido. O País está em negociações para se tornar um dos produtores mundiais da vacina. A produção brasileira abasteceria toda a América Latina. O acordo do governo com a iniciativa privada colocaria o país na dianteira, em um momento em que corria o risco de estar no fim da fila da vacina.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

https://jornaldebrasilia.com.br/mundo/oxford-avanca-em-pesquisa-sobre-injecao-de-anticorpos-contra-coronavirus/ 0 2020-06-08 Gazeta Digital Resíduos e Gestão Ambiental: O papel do farmacêutico Luís Fernando Köhler

O descarte de medicamentos vencidos é uma preocupação relevante para a saúde pública, pois podem ser considerados resíduos tóxicos de acordo com sua composição. Dependendo do grau de toxicidade, podem causar contaminação no meio ambiente, por isso não podem ter a mesma destinação final de resíduos comuns.

Segundo dados levantados, em 2010, as estatísticas mostram que 1 kg de medicamento descartado no esgoto pode contaminar até 450 mil litros de água.

Muitos produtos não medicamentosos comercializados ou utilizados no dia a dia dos estabelecimentos de saúde, especialmente farmácias e drogarias, podem ser agressivos ao meio ambiente e à saúde da população, caso descartados na natureza de maneira inadequada. Como por exemplos: Removedores, esmaltes, batons, tinturas de cabelo, pilhas de aparelhos de pressão e de aferição de glicemia, balanças, entre outros.

A população deve ser orientada com informações sobre os resíduos mais agressivos e tóxicos e o tipo de perigo que podem provocar a saúde. Nesse sentido, cabe também ao farmacêutico o papel de orientação quanto aos riscos de descarte inadequado desses produtos, tendo em vista sua atuação em ações relacionadas à educação em saúde, por meio da comunicação com a população quanto aos medicamentos.

Publicada em 2010, a Política Nacional de Resíduo Sólido (PNRS) é a principal norma que trata do assunto no país. Todos concordam que é uma lei muito bem construída, que prevê a responsabilidade compartilhada, ou seja, cada elo da cadeia – do produtor ao consumidor final – é responsável solidariamente pelo ciclo de vida do produto. Porém a PNRS não inclui os medicamentos.

Para funcionar, a logística reversa deve começar no consumidor de medicamentos. O primeiro passo é conscientizar a população sobre os riscos do descarte indevido e o segundo passo é oferecer a ela meios para que possa fazer isso corretamente e com segurança.

Tramitam no Congresso projetos de lei que tratam da logística reversa de medicamentos, com propósito de inserir dispositivos na PNRS, obrigando fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de medicamentos a adotarem logística reversa para os resíduos de medicamentos, produtos em desuso e impróprios para o consumo, todos provenientes do consumidor.

Nesse meio tempo, alguns Estados propuseram leis para tornar obrigatória a coleta dos resíduos farmacêuticos. Como é o caso de Mato Grosso, por meio da aprovação da Lei nº 10.600/17 que “obriga as farmácias receberem medicamentos e produtos farmacêuticos com prazo de validade vencido e dá outras providências”.

O farmacêutico tem hoje, mais de 130 áreas de atuação regulamentadas pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), e uma delas vem sendo cada vez mais demandada pelo mercado de trabalho, o farmacêutico ambiental.

Numa época em que as exigências relacionadas ao controle ambiental são cada vez maiores, o farmacêutico desponta como profissional preparado para atuar nesse promissor nicho de mercado.

Os farmacêuticos trabalham o controle regulatório e a gestão de medicamentos em farmácias comunitárias, farmácias hospitalares e indústrias farmacêuticas. Faz-se referência à importância do farmacêutico dentro das organizações e, dentre elas, as indústrias farmacêuticas, grandes idealizadoras de subsídios de saúde. Porém em contrapartida, possíveis arrematadores de mácula ambiental.

Deste modo fica ressaltado o papel do farmacêutico no sistema de gerenciamento em saúde, envolvendo o Sistema de Gestão Ambiental (SGA). O farmacêutico se torna pedra fundamental nesse processo, já que ele é o profissional responsável pelo estabelecimento e cumprimento de um enumerado de normas e procedimentos dentro da indústria.

Luís Fernando Köhler é farmacêutico, conselheiro regional do Conselho Regional de Farmácia do Estado de Mato Grosso (CRF-MT) e membro da Sociedade Brasileira de Farmacêuticos e Farmácias Comunitárias (SBFFC).

http://www.gazetadigital.com.br/colunas-e-opiniao/colunas-e-artigos/resduos-e-gesto-ambiental-o-papel-do-farmacutico/618567 0 2020-06-08 Paraíba Online Prefeito de Campina anuncia ampliação da testagem e distribuição de medicamentos Da Redação com Codecom/CG. Publicado em 8 de junho de 2020 às 11:24.

A Prefeitura de Campina Grande está iniciando nesta semana uma ampliação da testagem de pacientes com suspeita da Covid-19 e também a distribuição de medicamentos para as Unidades Básicas de Saúde. A ideia é ampliar os exames inicialmente para 10 unidades.

O anúncio foi feito pelo prefeito Romero Rodrigues, através de uma live na manhã desta segunda-feira. A testagem já está sendo realizada na UBS do Conjunto Habitacional Aluízio Campos, no Centro de Saúde de São José da Mata e na UBS de Bodocongó.

Junto com a ampliação para as outras unidades, a Secretaria de Saúde vai implantar também a distribuição dos medicamentos indicados para o início do tratamento, como azitromicina, prednisona e a hidroxicloroquina. “É claro que essa dispensação do medicamento vai depender da avaliação do médico clínico das unidades”, pontuou Romero.

A entrega dos medicamentos já está sendo realizada na Unidade de Pronto Atendimento Dr. Maia, do Alto Branco. A ideia é descentralizar a testagem e a distribuição dos remédios para desafogar a UPA e atingir o máximo de pessoas nas áreas mais afastadas.

“Essa medida vai nos permitir diagnosticar, mais rapidamente e facilmente, as pessoas com a Covid-19 e já iniciar o tratamento de forma precoce para obter o maior êxito possível. Além disso, a medida também vai favorecer que as pessoas das áreas mais distantes possam fazer o exame e receber a medicação, já que a UPA fica mais distante, e isso também ajuda a diminuir o risco da contaminação já que reduz a circulação desses pacientes que precisavam se deslocar para buscar a UPA”, disse o secretário de Saúde, Filipe Reul.

https://paraibaonline.com.br/2020/06/prefeito-de-campina-anuncia-ampliacao-da-testagem-e-distribuicao-de-medicamentos/ 0 2020-06-09 Olhar Digital Pesquisadores estão alertas a risco de vacina contra Covid que piore doença Renato Santino 08/06/2020 21h25

Há centenas de vacinas em desenvolvimento contra o novo coronavírus, mas cientistas precisam estar atentos a potenciais efeitos adversos

Uma vacina contra a Covid-19 tem sido apontada como a grande solução para a crise causada pelo coronavírus. No entanto, um dos motivos pelo qual o desenvolvimento de um composto do tipo demora anos é para verificar sua segurança e eficácia. Isso porque uma vacina insegura, em teoria, pode até mesmo tornar o organismo mais vulnerável ao vírus contra o qual tenta imunizar.

Como explica matéria da Nature, esse mecanismo tem nome: Amplificação Dependente de Anticorpos (ou ADE na sigla em inglês). Ele ocorre quando os anticorpos gerados por uma doença ou por uma vacina não neutralizam uma nova infecção, e na verdade facilitam uma nova reentrada do vírus nas células, causando a doença novamente, potencialmente com mais gravidade.

O risco está na forma como os anticorpos agem contra o vírus. Para que eles sejam eficazes para imunizar o corpo contra uma nova infecção, eles devem ter ação neutralizante. No entanto, caso eles sejam não-neutralizantes, eles podem se ligar ao vírus sem serem capazes de inativá-lo, o que na prática faz com que a penetração nas células seja ainda mais fácil.

O primeiro caso documentado de ADE foi conhecido com uma doença bastante familiar entre os brasileiros: a dengue. Em 1977, o virologista Scott Halstead notou algo em animais quando infectados por um dos quatro vírus ligados à doença. Depois de o organismo ser infectado por uma dessas variantes uma vez, a reação era piorada quando ele era atingido por outro vírus desse grupo. Isso também se reflete em humanos e explica por que a segunda infecção é mais perigosa que a primeira e por que é tão difícil desenvolver uma vacina contra a dengue.

A explicação para isso é que, quando uma segunda variação do vírus da dengue entra no organismo, os macrófagos, células do sistema imunológico responsável por inativar um micro-organismo invasor, que tem anticorpos não-neutralizantes, em vez de inutilizar o vírus acabam infectados e servindo como canal para a reprodução do vírus no organismo. Em experimentos in vitro, outros vírus além dos favivírus causadores da dengue também mostraram essa capacidade, inclusive diferentes tipos de coronavírus.

Como nota a publicação, no entanto, esse é um risco apenas teórico no momento. O Sars-Cov-2, causador da Covid-19, pode infectar macrófagos in vitro, mas não há qualquer evidência até o momento de que isso aconteça dentro de seres vivos.

“Esses dados não existem ainda. Em células in vitro, você pode fazer praticamente qualquer vírus apresentar isso utilizando as células corretas, as quantidades de anticorpos corretas e o vírus correto. Mas isso não é significativo, justamente por ser muito artificial”, explica Stan Perlman, um especialista em coronavírus da Universidade de Iowa.

Os especialistas entendem que a ADE pode ser um risco, mas entendem que o risco teórico não é um impeditivo contra o desenvolvimento e pesquisas com a vacina contra a Covid-19 até o momento.

Os poucos testes realizados de vacinas contra coronavírus causadores de outras doenças como Sars e a Mers não deram sinais de ADE, o que também dá aos cientistas um pouco mais de conforto para avançar com os experimentos de uma fórmula contra a Covid-19.

“A maioria dos especialistas observam e reconhecem o risco em potencial, mas não veem evidências o suficiente de que isso pode acontecer em seres humanos”, diz James Crowe, diretor do Centro de Vacinas de Vanderbilt. A posição também é corroborada por Rafi Ahmed, diretor do Centro de Vacinas de Emory. “A possibilidade teórica de ADE existe, mas a questão mais difícil é como conciliar essa preocupação com o avanço da pesquisa. Não existe resposta fácil”.


http://olhardigital.com.br/coronavirus/noticia/pesquisadores-estao-alertas-a-risco-de-vacina-contra-covid-que-piore-doenca/101876 0 2020-06-09 Mobile Time Farmácias App registra crescimento exponencial durante a quarentena Fernando Paiva | 8/06/20 11:28

O Farmácias App, site e aplicativo móvel que funciona como um canal de vendas para milhares de farmácias brasileiras, está registrando aumentos exponenciais de tráfego, de transações e de receita durante a quarentena. A pedido de Mobile Time, a companhia apresentou números comparando o período de 18 de março e 26 de maio com aquele de 1º de janeiro e 17 de março, ou seja, pré-pandemia. Nessa comparação, o volume de transações realizadas através dos aplicativos Android e iOS do Farmácias App cresceu 938%; a receita nesses canais aumentou 662%; e o número de usuários, 825%. O tíquete médio nos apps, contudo, diminuiu 27%, indicando que está havendo uma maior frequência de pedidos de menor valor.

Os números do site do Farmácias App também impressionam. Na versão móvel, houve uma explosão em quantidade de transações (+21.600%) e de receita (+20.315%), enquanto o tráfego aumentou 736% e o número de usuários, 695%. A versão para desktop, por sua vez, também registrou aumentos em tráfego (+106%); número de usuários (+122%); quantidade de transações (+422%); e receita (+686%). O tíquete médio nos sites para desktop e mobile subiu 37% (mas especificamente no site mobile houve queda de 6%).

O desempenho do Farmácias App é atribuído a uma corrida das farmácias em busca de canais digitais para a venda de seus produtos, diante da queda de público durante a quarentena. Isso tem acontecido principalmente por parte de drogarias de pequeno porte, que até então resistiam em passar por uma transformação digital em razão do custo desse processo e da dificuldade técnica.

As farmácias independentes precisaram passar rapidamente por uma transformação digital, relata Robson Parzianello, CTO do Farmácias App

“A pandemia ajudou a trabalhar a mentalidade do dono da farmácia para enxergar que agora é necessário (fazer a transformação digital). Antes, a limitação técnica e o alto custo eram impeditivos para dar o primeiro passo, especialmente entre aquelas farmácias independentes. Agora, as farmácias de bairro começaram a nos procurar porque o fluxo de pessoas nas loja diminuiu muito. Elas tiveram que se reinventar rapidamente”, relata Robson Parzianello, CTO do Farmácias App.

A companhia está perto de alcançar 1,5 mil pontos de venda cadastrados. Não há limitação por tamanho: o Farmácias App aceita farmácias de qualquer porte, seja independente, pequena, média ou grande. “Mas quem tem uma necessidade emergencial de se transformar são as independentes”, reconhece Parzianello. “Muitos começam vendendo pelo Whatsapp, mas chega uma hora que, com o volume, acabam perdendo o controle”, comenta.

A quantidade de farmácias adicionadas à plataforma do Farmácias App em março e abril foi 2,5 vezes maior que no primeiro trimestre, informa a empresa. De acordo com o executivo, a taxa de conversão da sua equipe que aborda as farmácias para convencê-las a adotar a plataforma está em 90% atualmente.

Modelo diferente dos marketplaces tradicionais

O Farmácias App prefere não ser chamado de “marketplace” por guardar diferenças significativas de modelo de negócios em comparação com a maioria dos marketplaces digitais. A primeira diferença é que o checkout, ou seja a cobrança, é processado por cada drogaria individualmente, não pelo Farmácias App. A entrega também é de responsabilidade do estabelecimento comercial. O papel do Farmácias App é construir a ponte entre o consumidor final e uma farmácia próxima da sua residência. Para facilitar o processo de cadastro de produtos por parte do lojista, o Farmácias App mantém um banco de dados com 50 mil SKUs: a drogaria precisa apenas identificar com quais trabalha, colocar seus preços e integrar seu estoque.

O Farmácias App cobra uma comissão de 5% por cada venda gerada, valor bem abaixo da média de outros marketplaces. Parzianello destaca essa diferença como algo fundamental no segmento farmacêutico, pois trata-se de um setor com preços controlados no qual os lojistas trabalham com uma margem apertada, geralmente de 20%, o que praticamente inviabiliza a entrada em marketplaces digitais tradicionais.

Um dos maiores desafios na transformação digital das farmácias independentes é manter o estoque atualizado, o que é fundamental para o sucesso das vendas online, aponta Parzianello. A integração do ERP também é difícil, porque existem mais de 200 tipos diferentes para o setor farmacêutico.

Hidroxicloroquina e álcool em gel

Alguns itens de farmácia registraram crescimentos acima da média em razão da pandemia. Os medicamentos antimaláricos, dentre os quais está incluída a hidroxicloroquina, tiveram aumento de 6.008% em faturamento e de 230% em quantidade de vendas em abril deste ano em comparação com o mesmo mês de 2019 no Farmácias App. Por sua vez, a categoria de antissépticos, na qual se inclui o álcool em gel, registrou crescimento de 456% em faturamento e de 508% em volume de pedidos, no mesmo intervalo.

Live

O CTO do Farmácias App participará da live “A rápida transformação digital do varejo em tempos de lojas fechadas“, que acontecerá nesta quarta-feira, 10, entre 10h30 e 12h, com organização do Mobile Time. Ele terá a companhia de Eduardo L’Hotellier, CEO do GetNinjas; Julia Rueff, diretora de marketplace do Mercado Livre; e Marcos Marins, diretor executivo de expansão de aceitação da Visa no Brasil.

Para compra de ingressos e mais informações, acesse a página do evento no Sympla ou consulte a equipe de vendas do Mobile Time: eventos@mobiletime.com.br / 11-96619-5888 / 11-3138-4619 (WhatsApp).

Confira aqui o calendário de lives do Mobile Time.

https://www.mobiletime.com.br/noticias/08/06/2020/farmacias-app-registra-crescimento-exponencial-durante-a-quarentena 0 2020-06-08 Folha de Boa Vista Juiz determina que Estado repasse cloroquina e testes à Prefeitura A decisão determinando que o Estado repasse 6.860 testes de Covid-19, e de 13.700 comprimidos de Cloroquina ao município no prazo de 72 horas

CIDADES

Por Folha Web Em 08/06/2020 às 12:20

O juiz substituto da 1ª Vara da Fazenda Pública Phillip Barbieux Sampaio do Tribunal de Justiça, deferiu o pedido liminar feito pela Prefeitura de Boa Vista, determinando que o Estado repasse 6.860 testes de Covid-19, e de 13.700 comprimidos de Cloroquina ao município no prazo de 72 horas.

A decisão do juiz da um prazo de prazo de 15 dias para que o Estado apresente defesa. O magistrado determinou ainda, que o Estado de Roraima cumpra o Pacto de Gestão do SUS, distribuindo os insumos que receber levando em consideração o critério populacional, sob pena de multa a ser aplicada.

O pedido havia sido feito pela Prefeitura de Boa Vista, sob a alegação de que, durante o atual período de pandemia, o Estado de Roraima estaria descumprindo o pacto firmado por meio da Comissão Intergestores Bipartites (CIB).

O referido pacto estabelece que o Estado repasse medicamentos e insumos ao município, o que não foi cumprido pelo estado, que deixou de repassar os testes para o Covid-19, além de insumos e medicamentos ao município de Boa Vista.

O requerimento apresentado pela Prefeitura aponta que o Estado recebeu 17.600 testes de Covid-19, e teria repassado apenas 4.400 testes para o município, quando o mesmo deveria receber 11.600 testes, e 20 mil comprimidos de cloroquina, sendo repassados somente 300 comprimidos.

A decisão do juiz consta nos autos nº. 0812974-92.2020.8.23.0010 publicada no Projudi desta segunda-feira, 8.

OUTRO LADO – A FolhaBV entrou em contato com o Governo do Estado e  por meio de nota a Secretaria de Comunicação Social informou que o referido documento ainda não foi oficializado nem na Sesau (Secretaria de Saúde) e nem na Casa Civil. E tão somente após a confirmação oficial de recebimento, haverá manifestação por parte do Governo do Estado.

http://www.folhabv.com.br/noticia/CIDADES/Capital/Juiz-determina-que-Estado-repasse-cloroquina-e-testes-a-Prefeitura/66268 0 2020-06-08 Rondonia ao Vivo COVID-19: Jhony Paixão solicita entrega domiciliar de medicamentos para grupo de risco Proposta do Deputado é que população que dependa de tratamentos pela rede pública de saúde receba sua medicação em suas casas para evitar exposição ao coronavirus.
ASSESSORIA

08 de Junho de 2020 às 11:01

O Deputado Estadual Cabo Jhony Paixão (Republicanos) protocolou na tarde de ontem uma indicação parlamentar solicitando ao Governo do Estado de Rondônia e a Secretaria Estadual de Saúde (SESAU) que seja criado um sistema de entrega de medicamentos de uso contínuo aos pacientes considerados do grupo de risco do Covid-19 (Coronavírus).

A proposta do parlamentar do Republicanos é que a população no grupo de risco do Coronavírus e que dependam de medicação e tratamento do Sistema Único de Saúde, recebam em suas residências seus medicamentos como forma de prevenção à exposição às unidades de saúde – locais críticos na disseminação da covid-19.

Com esta ação serão beneficiados idosos, portadores de doenças crônicas (diabetes, hipertensão e asma), cardiopatas, gestantes e toda a população que dependa exclusivamente da rede pública de saúde.

De acordo com o Deputado Jhony Paixão é necessário que seja criada uma modalidade de disponibilização dos medicamentos, podendo ser desenvolvida uma plataforma digital para cadastramento dos usuários do sistema Único de Saúde.

“Temos que considerar a necessidade de isolamento social drástico para este grupo populacional, a fim de garantir a saúde desta população em risco e também estabelecer políticas que diminuam o fluxo de pessoas nos hospitais e unidades básicas de saúde”, explicou o Deputado Estadual.


http://rondoniaovivo.com/noticia/politica/2020/06/08/covid-19-jhony-paixao-solicita-entrega-domiciliar-de-medicamentos-para-grupo-de-risco.html 0 2020-06-08 Folha de Boa Vista Vereadora pede medidas para melhorar fornecimento de medicamentos No ofício, Magnólia Rocha pede ainda que sejam dadas condições de trabalho aos profissionais da saúde, e laboratórios para exames

CIDADES

Por Folha Web Em 08/06/2020 às 10:58

A vereadora Magnólia Rocha (PRB) enviou oficio para várias instituições, entre elas, o Governo do Estado e Prefeitura de Boa Vista, sugerindo que sejam adotadas medidas necessárias para a disponibilização de medicamentos aos munícipes, bem como a viabilização de condições de trabalho aos profissionais que trabalham nas Unidades de Saúde (UBS) da Atenção Básica.

No ofício, a parlamentar pede que seja recomendada a contratação de laboratórios que disponham de testes para o Novo Coronavírus para fins de interesse epidemiológico.

“Levando-se em consideração que, na primeira fase da infecção viral e na medicina, a clínica é soberana, ressaltamos a importância de tais medidas, para que, se assim considerar, possa recomendá-las aos demais municípios de nosso estado”, disse a vereadora.

“É importante destacar que, em contato telefônico ou através de mensagens de aplicativos, temos recebido várias reclamações sobre a impossibilidade em conseguir medicamentos junto às UBS’s da capital. Os medicamentos disponíveis nas farmácias dessas unidades não são suficientes para atender à demanda da população e por isso os casos estão se agravando”, destacou a vereadora.

Ainda no documento, Magnólia cita a importância da inauguração do Hospital de Campanha.

“O início dos trabalhos do Hospital de Campanha em nosso Estado, para atender as demandas da população que se encontra acometida pelo estado grave da Covid-19 é de suma importância. Contudo, sabem que a inauguração deste não irá resolver o problema da contaminação, pois só irá atender aos casos graves”, acrescentou.

O Ofício foi enviado também a Assembleia Legislativa, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Estadual de Saúde, Ministério Público de Roraima, Defensoria Pública, Tribunal de Justiça, Conselho Nacional de Saúde, Conselho Municipal de Saúde, Conselho Municipal do Idoso e Sindicato dos Trabalhadores do Município de Boa Vista.

http://www.folhabv.com.br/noticia/CIDADES/Capital/Vereadora-pede-medidas-para-melhorar-fornecimento-de-medicamentos-/66266 0 2020-06-09 Cada Minuto Decreto federal deve tornar fiscalização de descarte irregular de medicamentos mais eficiente Por Redação* 09/06/2020 às 07:06
As farmácias de Alagoas terão que disponibilizar para os seus clientes um local específico para o descarte de medicamentos vencidos ou usados, conforme o decreto do governo federal que prevê a regulamentação do descarte desses produtos.

De acordo com o Conselho Regional de Farmácias em Alagoas (CFF/AL), Robert Nicácio, muitos estabelecimentos no estado já disponibilizavam esses postos de coletas, mas a medida do governo vai tornar a fiscalização mais eficiente.

Segundo Nicácio, o conselho já realiza todos os anos uma campanha educativa para população sobre a importância de fazer o descarte regular e adequado desses medicamentos, mas ressalta que as empresas e farmácias terão que se adequar a nova regra, que passa a ser responsabilidade dos órgãos sanitários.

“O Conselho agirá de forma conjunto na fiscalização, mas não é nossa obrigação. Antes já conscientizamos a empresa e quando sabemos que ela não tem o posto de coleta comunicamos aos órgãos sanitários”, afirmou Nicácio.

De acordo com o decreto, a partir de agora, de acordo com o decreto, os consumidores devem efetuar o descarte dos medicamentos domiciliares vencidos ou em desuso, incluindo as embalagens, nos pontos de coleta, sejam eles drogarias, farmácias ou outros pontos definidos pelos comerciantes.

As drogarias e as farmácias terão de disponibilizar e manter, em seus estabelecimentos, pelo menos um ponto fixo de recebimento a cada 10 mil habitantes. Caberá às indústrias fabricantes e às empresas distribuidoras os processos de recolhimento e descarte final dos produtos.

A medida entra em vigor em 180 dias.

*Com informações da Tribuna Independente
https://www.cadaminuto.com.br/noticia/361221/2020/06/09/decreto-federal-deve-tornar-fiscalizacao-de-descarte-irregular-de-medicamentos-mais-eficiente 0 2020-06-09 Giro News Novas Farmácias no Sul Nissei Inaugura Lojas em Santa Catarina e Paraná

08/06/2020

A Nissei deu início às atividades de mais duas lojas na região Sul. Na última sexta-feira (05), a rede de farmácias inaugurou uma unidade em Joinville, município de Santa Catarina, no bairro Atiradores. Em um espaço de 150 m², a Nissei também abriu, na semana anterior, um ponto de venda em Curitiba, capital do Paraná, no bairro Tatuquara. Com conceito drugstore, as filiais comercializam medicamentos, produtos de higiene, beleza, perfumaria e conveniência. As lojas atendem de segunda a sexta-feira, das 7h às 23h, sábados, das 7h às 22h, e domingos, das 9h às 21h. Hoje, a Nissei conta com mais de 300 unidades.

Serviço:
Nissei em Curitiba (PR)
Endereço: Rua Carlos Munhoz da Rocha, 552 - Tatuquara

Nissei em Joinville (SC)
Endereço: Rua Visconde de Taunay, 622 - Atiradores

https://www.gironews.com/farma-cosmeticos/novas-farmacias-no-sul-59271/ 0 2020-06-08 Cada Minuto Prefeitura de Pilar rechaça fake news de vereador sobre falta de medicamentos Por Assessoria 08/06/2020 às 13:47

A Prefeitura Municipal do Pilar vem trabalhando diariamente no enfrentamento à covid-19 na cidade. Uma pesquisa do Conselho de Secretarias Municipais da Saúde (Cosems-AL) mostrou que o Pilar é a terceira cidade com maior estoque de azitromicina. Entretanto, o vereador Paulo Soares, publicou nas redes sociais uma notícia falsa de que a prefeitura estava deixando faltar azitromicina. Por causa da publicação, o Ministério Público entrou com uma ação contra o vereador.

O prefeito Renato Filho disse que “rechaça qualquer tipo de fake news que venha a acontecer em um período delicado como a pandemia”. “Não é momento para que as pessoas criem mentiras e saiam divulgando por aí. Isso mexe com o emocional das pessoas e prejudica a vida de quem já está prejudicado”, destacou.

Renato elogiou o Ministério Público em ter aberto uma ação para apurar a fake news. “Sabemos que as notícias falsas trazem problemas e que, muitas vezes, ainda acreditam nelas. Fico feliz que o MP apure isso para combater o que não é verdade”.

A ação do Ministério Público aponta que o vereador publicou: “Prefeitura deixa faltar azitromicina com tanto dinheiro que entrou” nas redes sociais, sem ao menos checar se a informação era procedente.

“Teve o intuito de causar alarme, anunciando perigo inexistente, induzindo que o medicamento não existia no município de forma geral, ante a conclusão que a medicação não foi adquirida de maneira suficiente para atender toda população, mesmo com todo dinheiro recebido através das verbas para o combate à pandemia”, diz um trecho da decisão que foi assinada pelo promotor de Justiça Silvio Azevedo.

A saúde do Pilar está bem equipada de medicamentos para o enfrentamento ao novo coronavírus. Ao todo, o Município tem mais de 17 mil comprimidos de azitromicina, mais de 8 mil comprimidos de ivermectina e 2400 comprimidos de hidroxicloroquina.

https://www.cadaminuto.com.br/noticia/361173/2020/06/08/prefeitura-de-pilar-rechaca-fake-news-de-vereador-sobre-falta-de-medicamentos 0 2020-06-09 Diário do Amapá Operação Tiriyó: Estado enviará testes rápidos e médicos para aldeias na fronteira entre Amapá, Pará e Suriname Governo do Amapá enviará também medicamentos e EPIs; além de uma equipe de profissionais de saúde.

8/6/2020 | 9:48
O Governo do Amapá enviará medicamentos, equipamentos de proteção individual (EPI), testes rápidos e profissionais de saúde para a realização da Operação Tiriyó, que levará atendimento aos indígenas da região do Parque do Tumucumaque, na área sul do Amapá. Ação faz parte das medidas do Estado para prevenção e combate direto à proliferação da covid-19.

O trabalho é uma ação conjunta entre o Governo do Estado, Distrito Sanitário Especial Indígena do Amapá e do Norte do Pará (Dsei) e Fundação Nacional do Índio (Funai). O Estado enviará às aldeias medicamentos, 300 testes rápidos e EPIs; além de uma equipe de profissionais de saúde – médicos, biomédicos e enfermeiros – que já se encontram na região. Ainda não há casos oficialmente confirmados nessa etnia.

As áreas indígenas que receberão a ação estão localizadas nas fronteiras dos estados do Amapá e Pará com o Suriname. Nesses limites vivem cerca de 1.800 índios e só é possível o acesso por transporte aéreo, que é de responsabilidade do Governo Federal. A viagem até o local dura em média 2h30.

Oiapoque

No município de Oiapoque, nas regiões indígenas, a situação em relação aos casos de covid-19 é considerada estável.

O Governo do Amapá e a Prefeitura de Oiapoque adotaram medidas com os demais órgãos responsáveis e foi implantado o processo terapêutico, além do envio de profissionais da saúde, EPIss e álcool em gel.

No município fronteiriço vivem cerca de 9 mil índios de diferentes etnias.

https://www.diariodoamapa.com.br/cadernos/cidades/operacao-tiriyo-estado-enviara-testes-rapidos-e-medicos-para-aldeias-na-fronteira-entre-amapa-para-e-suriname 0 2020-06-09 Diário do Amapá FAB transporta 13,2 toneladas de insumos e medicamentos para o Amapá (AP) A carga foi transportada por uma aeronave C-130 Hércules, do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT) – Esquadrão Gordo

8/6/2020 | 9:40

Às 9h30 deste domingo (7), a aeronave C-130 Hércules FAB 2475, operada pelo Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT) – Esquadrão Gordo, decolou da Ala 11 – Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), com 13,2 toneladas de insumos e medicamentos. A aeronave seguiu em voo direto para Macapá, capital do Amapá (AP), onde pousou às 15h15 (horário de Brasília). A missão de Transporte Aéreo Logístico ocorre em apoio à Operação COVID-19.

Dentre os insumos estão: sabão líquido, medicamentos, álcool em gel, alimentos e materiais institucionais da Cruz Vermelha, que fez a doação para contribuir com o reabastecimento de municípios do Amapá e auxiliar no combate ao novo Coronavírus. A operação, deflagrada pelo Ministério da Defesa (MD), ocorre sob a coordenação do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) junto ao Centro de Operações Conjuntas (COC) do MD.

O Comandante da aeronave, Capitão Aviador Renan Nunes Leão, destaca a importância da missão. “Para nós, do Esquadrão Gordo, é uma satisfação imensa colaborar com a sociedade. Transportar esses materiais, sem dúvida, vai ajudar a população de Macapá a combater a pandemia da COVID-19”, salientou.

Para o loadmaster (mestre de cargas) da aeronave, Sargento Lucas Feitosa Vicentino, fazer parte da missão de combate ao novo Coronavírus é motivo de satisfação. “É uma ação importante ajudar os brasileiros daquela região levando materiais para quem precisa nesse momento”, disse.

Operação COVID-19

Proteger os cidadãos é uma das funções precípuas das Forças Armadas. Nesse intuito, o Ministério da Defesa, a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira enfrentam, juntos, a pandemia de COVID-19 no país. A Operação ocorre em um espaço territorial de grandes proporções, nas 27 unidades federativas, com características e necessidades diferentes e com uma população de cerca de 210 milhões de pessoas. As ações envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde, distribuição de kits de alimentos para pessoas de baixa renda, higienização de lugares públicos, doação de refeições para caminhoneiros, dentre outras. Na execução dessas atividades, os militares atuam organizados em dez Comandos Conjuntos que cobrem todo o território nacional, bem como no COMAE. Esses Comandos reúnem militares das três, que desenvolvem esforços no cumprimento das missões.

Fonte: Agência Força Aérea, por Tenente Letícia Faria

https://www.diariodoamapa.com.br/cadernos/cidades/fab-transporta-132-toneladas-de-insumos-e-medicamentos-para-o-amapa-ap 0 2020-06-08 Pfarma China inicia 1º fase de ensaio clínico com Anticorpo neutralizante da COVID-19 Detalhes Fábio Reis 08 Junho 2020

O Hospital Huashan, da Universidade Fudan, em Shanghai, administrou a uma pessoa no último domingo uma injeção de JS016, um anticorpo monoclonal neutralizante recombinante humano da COVID-19.

É o primeiro ensaio clínico do mundo para o anticorpo em um participante humano saudável depois de concluir testes em primatas não humanos, de acordo com a comissão municipal de ciência e tecnologia de Shanghai.

O anticorpo, co-desenvolvido pela empresa biofarmacêutica Junshi Biosciences, o Instituto de Microbiologia da Academia Chinesa de Ciências e outros, entrou na 1ª fase de ensaio clínico após aprovação da Administração Nacional de Produtos Médicos.

O ensaio randomizado, duplo-cego, controlado por placebo visa avaliar a tolerabilidade, segurança, características farmacocinéticas e imunogenicidade do JS016 entre a população chinesa, para fornecer uma base para estudos clínicos subsequentes do anticorpo.

Após ter sido introduzido no corpo humano, o JS016 pode bloquear efetivamente a conexão entre os vírus e receptores ACE2 no superfície das células hospedeiras, pois o anticorpo é específico para o domínio de ligação de receptores de proteína de pico de superfície do coronavírus SARS-CoV-2, de acordo com Feng Hui, diretor de operações da Junshi Biosciences.

O teste foi liderado por Zhang Jing, subchefe do Instituto de Antibióticos do hospital, e Zhang Wenhong, chefe do Centro de Doenças Infecciosas do hospital.

Espera-se que a terapia do anticorpo neutralizante seja a primeira opção de tratamento no combate ao COVID-19, disse Zhang Wenhong, observando que o anticorpo pode atingir com precisão o coronavírus e inibir a replicação dele.

Recentemente a china divulgou que está conduzindo a segunda fase de ensaios clínicos de duas vacinas inativadas contra a COVID-19 que deve ser concluído já no final deste ano ou no início do próximo ano.

* com informações da agência de notícias xinhua
https://pfarma.com.br/coronavirus/5705-anticorpo-neutralizante-covid19.html 0 2020-06-08 Panorama Farmacêutico EMS deve finalizar estudo sobre hidroxicloroquina até o dia 12 A EMS deverá finalizar até a próxima sexta-feira, dia 12, os estudos clínicos sobre o uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. A pesquisa foi realizada em parceria com o Hospital Albert Einstein. No entanto, a pesquisa não deve apontar uma diminuição expressiva dos índices de mortalidade. As informações são do Valor Econômico.

De acordo com o diretor médico da farmacêutica, Roberto Amazonas, os primeiros resultados são dos pacientes em fase moderada da doença. Foram recrutados 650 pessoas para participar dos ensaios clínicos.

O executivo também afirmou que, nesses resultados, pode haver menção aos dados dos primeiros 15 dias dos estudos em pacientes graves. “Já fizemos o recrutamento dos voluntários e neste caso as análises são feitas com 15 dias e com 30 dias de tratamento. Os primeiros dados já terminamos “, destaca.

A EMS também começou a avaliar o uso da hidroxicloroquina em pessoas com estágios leves da Covid-19. Esse ensaio deve envolver 1,3 mil pessoas, está em fase de recrutamento e em até um mês deve ser concluído.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/06/08/ems-deve-finalizar-estudo-sobre-hidroxicloroquina-ate-o-dia-12 0