Início Notícias

Conheças as soluções tecnológicas e principais tendências para indústria farmacêutica

18/08/2021

Terça, 17 Agosto 2021 10:04 Escrito ou enviado por Isabella Lima
O mercado de indústrias farmacêuticas é um dos segmentos que mais lucram no país, além de apresentar um constante crescimento anual. As soluções tecnológicas são grandes aliadas do setor e estão cada vez mais acessíveis e integradas. Para acompanhar esse avanço tecnológico, que passa por muitas atualizações, e manter esse fluxo positivo em crescimento é essencial que o setor tenha sempre uma visão de progresso e esteja atento às novidades. Conheça as soluções tecnológicas e principais tendências para a indústria farmacêutica.

Rastreabilidade de medicamentos

A rastreabilidade de medicamentos é um conjunto de processos e sistemas utilizados para mapear e gerar um histórico de cada medicamento, desde o processo de produção até a chegada ao consumidor final. Esse processo traz vantagens tanto para a indústria, que passa a ter um acesso rápido aos lotes de medicamentos, quanto para o próprio consumidor final que terá mais segurança sobre a autenticidade, evitando falsificações e extravios de medicamentos. Esse recurso é tão importante para a indústria farmacêutica que o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM), se tornará lei em abril de 2022.

Inteligência artificial

O uso de softwares na indústria farmacêutica é uma alternativa para aprimorar os processos internos e externos. Além de garantir a segurança de dados e organização de documentos é possível também adequar a plataforma para customizar os serviços de acordo com as demandas da indústria, influenciando também na otimização de tempo.

Um modelo que vem ganhando cada vez mais espaço na indústria é o SaaS, software como serviço. Ele hospeda recursos na nuvem e permite o acesso através da internet, sem precisar realizar instalação e configuração do sistema. O Big data é outra ferramenta que ajuda no processo de pesquisa e desenvolvimento de medicamentos, através dele é possível processar dados em grandes volumes que podem ser acessados em diferentes plataformas.

Impressão 3D de medicamentos

A impressão 3D de medicamentos é um campo de pesquisa que vem se expandindo rapidamente. Esse procedimento viabiliza com que os remédios possam ser fabricados de forma personalizada, de acordo com a necessidade de cada pessoa. Outra vantagem dessa tecnologia, que tende ganhar mais espaço na indústria em breve, é o aprimoramento das dosagens, que podem ser mais específicas no desenvolvimento do remédio.

Mudança no perfil de consumo

A saúde se tornou uma das principais preocupações dos brasileiros desde a chegada da pandemia, essa nova tendência influencia no consumo de novos tipos de medicamentos e na necessidade de adaptação da indústria. Outros pontos que contribuem para mudanças no setor são o aumento de medicamentos genéricos e a evolução da biotecnologia.

Equipamentos de qualidade

Junto com o uso de novas tecnologias, ter bons equipamentos também dinamizam a produção industrial. O custo de um equipamento novo costuma ser caro e por isso, em muitos casos não se torna uma opção viável. Uma alternativa que traz muitas vantagens é a compra de equipamentos usados. A EquipNet, empresa norte-americana com mais de 20 anos que auxilia seus clientes no processo de negociação de equipamentos industriais usados ou desativados, oferece esse serviço ao comprador, que pode adquirir equipamentos de marcas líderes e em ótimo estado de conservação por um valor acessível.

As tendências tecnológicas passam por grandes atualizações em curtos períodos de tempo, essas mudanças trazem inúmeras vantagens no ambiente industrial e por isso é muito importante que sejam implementadas para aprimorar os processos de produção. A EquipNet oferece serviços que atuam em paralelo a essas novas tendências e oferece soluções de acordo com cada necessidade. Para quem deseja investir de forma econômica é possível realizar a compra de equipamentos usados de marcas relevantes no mercado com um ótimo preço. Já as indústrias que optarem pela compra de equipamentos novos podem realizar a venda de máquinas antigas, essa é uma forma de dar uma segunda vida para o equipamento, além de render uma boa oferta que será útil para novos investimentos”, afirma Roberta Bosignoli

Sobre a EquipNet

A EquipNet é uma empresa norte-americana com mais de 20 anos de atividade, que atua globalmente auxiliando seus clientes durante todo o processo de negociação de equipamentos usados/desativados. Com escritório no Brasil, a empresa tem a expertise de conduzir o gerenciamento da negociação entre os vendedores e potenciais clientes, garantindo avaliação justa dos equipamentos. Atua em mais de 20 segmentos como alimentício, farmacêutico e P&D, atendendo desde pequenas empresas até corporações multinacionais.

https://www.segs.com.br/info-ti/305279-conhecas-as-solucoes-tecnologicas-e-principais-tendencias-para-industria-farmaceutica 0 2021-08-18 CNN Brasil Anvisa decide nesta quarta sobre uso da Coronavac em crianças e adolescentes Até o momento, a Coronavac foi liberada pela Anvisa apenas para uso emergencial de pessoas com mais de 18 anos

Natália André, da CNN, em Brasília
17 de agosto de 2021 às 22:32 | Atualizado 17 de agosto de 2021 às 22:36

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidirá nesta quarta-feira (18), em diretoria colegiada, o uso da vacina Coronavac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos. O pedido foi feito há duas semanas pelo Instituto Butantan, produtor nacional do imunizante da empresa chinesa SinoVac. A reunião pública está marcada para 16h30.

Até o momento, a Coronavac foi liberada pela Anvisa apenas para uso emergencial de pessoas com mais de 18 anos e a única vacina que pode ser usada em adolescentes, de 12 a 17 anos, no Brasil, é a da Pfizer. 

Com mais um imunizante tendo a autorização, a campanha tende a ficar mais simples, uma vez que os governadores poderão dividir a vacinação de não adultos com duas vacinas.

A análise da Anvisa tem sido em cima de documentos de estudos feitos em crianças e adolescentes fora do Brasil. Aqui, os testes clínicos foram feitos em adultos, mas a agência aceita dados de outros países, contanto que correspondam a todos os requisitos da Anvisa.

Na diretoria colegiada, os pareceres técnicos são lidos e, depois, os diretores deliberam, podendo impor regras específicas para a autorização. O processo foi visto uma série de vezes no ano de 2021, com as autorizações dos dois imunizantes citados acima e também dos outros liberados, como Janssen e AstraZeneca.

https://www.cnnbrasil.com.br/saude/saude/2021/08/17/anvisa-decide-nesta-quarta-sobre-uso-da-coronavac-em-criancas-e-adolescentes 0 2021-08-17 A Crítica Fiocruz Amazônia busca grávidas e puérperas para estudo sobre Covid-19 Estudo em parceria com a Ufam está investigando a importância dos anticorpos anti-Sars-CoV-2, presentes no leite materno, na proteção do bebê contra Covid-19

Portal A Crítica
17/08/2021 às 17:28

Em Manaus, a população estimada de gestantes é de 28,4 mil mulheres e de puérperas, 4,7 mil. Segundo dados do Vacinômetro Covid-19 Manaus, até o momento, somente 6.606 gestantes e 1.680 puérperas receberam a primeira dose da vacina. Coordenado por pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (Fiocruz Amazônia) e da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um estudo está investigando a importância dos anticorpos anti-Sars-CoV-2, presentes no leite materno, na proteção do bebê contra Covid-19. Atualmente, o projeto procura voluntárias puérperas para participar da pesquisa 

A equipe do projeto PROTECTCoV-19 recruta grávidas, a partir da 28º semana de gestação, e puérperas, com idade maior ou igual a 18 anos, para participar do estudo, que pretende saber o papel dos anticorpos do leite materno na proteção contra Covid-19. Até o momento, 276 mulheres já foram inseridas no projeto. O recrutamento continuará acontecendo, até a equipe atingir a marca de 800 participantes.

A química de alimentos, Lirna Souza, de 33 anos, resolveu participar do estudo logo que soube de sua realização, pois acredita que além de encontrar respostas para seus questionamentos, ajudará também nas descobertas científicas. “Quando vi as informações sobre o projeto, já pensei em mandar mensagem para me voluntariar e participar. Existe aquela curiosidade de sabermos se realmente a gente vai produzir os anticorpos após a vacinação e se vamos passar para o bebê através do leite. Além de ser uma curiosidade de mãe, participar desse estudo vai ser bom para a pesquisa, para a ciência e para outras pessoas que possuem esse mesmo questionamento”, relata.

Atualmente, o projeto PROTECTCoV-19 procura voluntárias puérperas para participar da pesquisa. Para participar do estudo, as interessadas devem preencher o formulário online.

Depois de preencher o formulário, a participante receberá visita domiciliar para conhecer todas as etapas da pesquisa, incluindo a coleta do leite e amostra sanguínea. A inclusão na pesquisa está vinculada à assinatura de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).

Para a Biomédica, Sabrina Maia, de 23 anos, que compõe a equipe do projeto, o contato com as grávidas e puérperas, durante as coletas, tem sido significativo. “Essa experiência tem sido de muito aprendizado. É muito significativo essa troca com as mulheres, especialmente por abordamos a importância da amamentação e da vacinação, para a proteção dos bebês”, destaca.

Segundo os pesquisadores, a vacinação de grávidas e puérperas é uma ação de grande avanço na luta contra a Covid-19. Segundo os coordenadores do projeto, Pritesh Lalwani e Jaila Borges, já existem estudos demonstrando que em grávidas e puérperas vacinadas são detectados anticorpos contra Sars-CoV-2 no leite materno, o que provavelmente beneficiará o bebê que é amamentado.

Para Pritesh Lalwani, pesquisador da Fiocruz Amazônia, é necessário que o aleitamento materno seja observado não somente do ponto de vista nutricional, mas também como proteção aos bebês. “Leite não somente é uma fonte de nutrição, mas também fonte de anticorpos que a mãe passa para o bebê. A vacinação ainda está baixa na população de gravidas e puérperas. O aleitamento materno ajuda a proteger os bebês nos primeiros meses de vida, quando a resposta imunológica está sendo formada”, explicou o pesquisador.

Nos próximos 30 dias, os pesquisadores pretendem divulgar os primeiros resultados deste estudo, mostrando um retrato da distribuição dos anticorpos no leite materno. O projeto PROTECTCoV-19 ganha novo apelo no mês de agosto, marcado por campanhas que simbolizam o mês do aleitamento materno no Brasil e a semana mundial da amamentação.

Agosto Dourado

A campanha Agosto Dourado simboliza a luta pelo incentivo à amamentação. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), por ano, cerca de 6 milhões de vidas são salvas por causa do aumento das taxas de amamentação exclusiva até o sexto mês de idade.

A Semana Mundial de Aleitamento Materno, ocorreu de 1 a 7 de agosto, nesta edição com o tema Proteger a amamentação é uma responsabilidade de todos. O tema está alinhado com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), que destacam os vínculos entre amamentação e sobrevivência, saúde e bem-estar de mulheres, crianças e nações.

A história da campanha teve início em 1990, em um encontro da Organização Mundial de Saúde com a Unicef, momento em que foi gerado um documento conhecido como Declaração de Innocenti. Para cumprir os compromissos assumidos pelos países após a assinatura deste documento, em 1991 foi fundada a Aliança Mundial de Ação pró-Amamentação (Waba).

Em 1992, a WABA criou a Semana Mundial de Aleitamento Materno e, todos os anos, define o tema a ser explorado, além de lançar materiais que são traduzidos em 14 idiomas.

*Com informações da assessoria

http://www.acritica.com/channels/coronavirus/news/fiocruz-amazonia-busca-gravidas-e-puerperas-para-estudo-sobre-covid-19 0 2021-08-17 Yahoo News RJ espera antecipação de 2ª dose de vacina da Pfizer para conter avanço da variante Delta Rodrigo Viga Gaier
17 de agosto de 2021 5:47 PM

Vacinação contra Covid no Rio de Janeiro

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O predominância da variante Delta do coronavírus no Rio de Janeiro é um situação que deixa as autoridades em alerta máximo e demanda a antecipação da segunda dose da vacina da Pifzer contra a Covid-19 para aumentar a imunidade da população do Estado, disse nesta terça-feira à Reuters o secretário de Saúde fluminense, Alexandre Chieppe.

A vigilância genômica realizada pelo Rio de Janeiro apontou que mais de 60% dos casos de Covid-19 no Estado foram causados pela variante Delta, identificada originalmente na Índia e responsável por novos surtos da doença em diversos lugares do mundo devido a seu maior poder de contágio.

Ao menos 67 das 92 cidades do Estado já sofrem com o predomínio da variante Delta, de acordo com autoridades estaduais de saúde, e a melhor forma de combater o avanço é com a antecipação da segunda dose da vacina da Pfizer, segundo o secretário.

A Delta é extremamente grave em termos de risco de transmissão, e há uma preocupação muito grande aqui e no mundo com essa variante. O momento é de alerta máximo, de não retroceder nas medidas preventivas, disse o secretário, ressaltando, no entanto, que a situação segue sob controle porque ainda há leitos disponíveis e possibilidade de abertura de novos se necessário.

O secretário disse que aguarda definição junto ao Ministério da Saúde para redução do intervalo entre as duas doses da vacina da Pfizer para aumentar a imunidade da população frente à Delta. O ministério anunciou no mês passado que fará a redução dos atuais 3 meses para 21 dias, conforme previsto na bula do imunizante, mas ainda não estipulou uma data.

Tem que reduzir o prazo. Muitos estão sendo internados por que só tomaram a primeira dose. Quando já tem as duas doses isso cai, porque a efetividade da vacina é bem maior, disse o secretário.

Essa é uma variante que escapa muito da primeira dose da vacina e, portanto, é fundamental as duas doses, e a gente precisa avançar rápido nisso, acrescentou.

Desde que começou a ser usada no país, no mês de maio, a vacina da Pfizer sempre teve prazo de 90 dias entre as duas doses, com base em eficácia apontada em um estudo realizado no Reino Unido, mas contrariando a bula do imunizante e adotando um intervalo igual ao da vacina AstraZeneca no país.

O intervalo maior foi uma alternativa para ampliar a campanha de imunização mediante a escassez de doses, e o anúncio da redução do intervalo agora ocorre em um momento de maior oferta de vacinas por parte da Pfizer e dos demais fornecedores.

O Estado do Rio já conseguiu uma cota extra de 5% nas remessas de vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde por conta da Delta, inclusive com o apoio dos demais Estados, e agora espera um aumento desse volume extra para 15%, de acordo com o secretário.

Nas últimas semanas, em função da disseminação da Delta, o Rio tem enfrentado um aumento de casos e internações por coronavírus, ao contrário do restante do país, que tem registrado quedas. No Brasil como um todo, a variante dominante é a Gama, originada em Manaus, e não a Delta.

Nesse cenário, o Estado não descarta a possibilidade de recuar nas medidas de flexibilização anunciadas recentemente.

Sejam as medidas de flexibilização ou de restrição, elas vão levar em conta o cenário epidemiológico e a oferta de leitos e se houver necessidade a gente vai retroceder“, disse.

A rede de saúde fluminense ainda tem uma certa folga, com taxa de ocupação de UTIs em 70%.

A gente está preparado e não deve observar o que se viu meses atrás, disse Chieppe, fazendo referência ao colapso do sistema de saúde no início deste ano.

A capital fluminense vai concluir nesta semana a vacinação de adultos e começará na próxima a imunização de adolescentes entre 12 e 17 anos.

O secretário estadual acredita, no entanto, que nesse momento seria mais importante do que vacinar adolescentes aplicar uma terceira dose em idosos -- o que ainda não foi aprovado pelo Ministério da Saúde.

Esse é o público mais vulnerável e que precisa de mais proteção. O jovens também precisam (ser vacinados), mas a maioria dos casos não tem maiores consequências, afirmou.